Dezembro 2016 - Che Guavira - sítio literário

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Repassando a figura
Reflexinhos & Reflexões
● Na Síria as mulheres têm igualdade de direito, como tinham na Líbia, que era o país com maior índice de desenvolvimento humano da África. Em ambos um governo popular, não a ditadura imaginada pelos jornais ocidentais.
Quando os ianques entraram na Líbia surgiu uma rede de prostituição nunca vista no mundo árabe. Cadafe acabou com isso. Então acabaram com Cadafe.
Onde os amariconas dominam surge narcotráfico, prostituição e todas as contradições duma sociedade doentia. Fingir que combate o narcotráfico, como fingiam combater o estado pseudoislâmico na Síria. Reféns resgatados não viram alcorão em todo o tempo que ficaram cativos. Os jornalistas ocidentais não foram ao campo de batalha. Redigiam suas reportagens em Londres mesmo, nos gabinetes fechados, com ar condicionado.
Nossa imprensa manipuladora costuma terminar assim a reportagem: …guerra que começou após a dura repressão do ditador Assade no início da primavera árabe.
É tática já muito manjada de chamar de ditador ou tirano todo governante independente, já que os termos soam como pejorativo nas massas ocidentais. Ditador, aquele que dita. Na antiga Grécia se quem tomava o poder não tinha ascendência real não podia se proclamar rei. Se proclamava tirano. Depois o termo virou pejorativo.
Pra começo de conversa: Primavera árabe é um eufemismo. Nome bonito pra coisa feia, analogia à primavera de Praga, quando os soviéticos abafaram uma revolta na Checoslováquia. Longe de ser revolta popular, foram mercenários plantados de quinta-coluna, monitorados via celulares contrabandeados e mantidos via satélite. Revoltas organizadas pelos governos satanistas ocidentais, Israel, Turquia e Arábia Saudita.
E por quê a tal primavera não derrubou o governo saudita, que é uma monarquia absoluta, onde as mulheres nem podem dirigir automóvel, uma monarquia de opereta de beduínos ignorantes? Porque os petrodólares sauditas subornam os amariconas. As mulheres sauditas lutaram pra eliminar a proibição de dirigir carro mas a campanha foi abafada. A mídia ocidental não vociferou contra isso.
Cuba não devemos julgar porque a cuba que vemos pode ser resultado do embargo imposto pelos amariconas desde outubro de 1960 e não por causa do regime adotado.
Eis por quê se deve chamar o estado pseudoislâmico como Daexe, em vez dos outros tantos nomes (Ísis, Isil, estado islâmico…), luta lingüística antiterrorista:
● Não é só Palmares na Amazônia. Em OVNI no Paraguai, Radiografía dun fenómeno desconocido, de Ronald Rodrigo Maidana Torres, Marben, Assunção, 2016 (Não gosto da sigla OVNI, pois sendo de uso corrente já deveria ter virado palavra. Pra ser palavra melhor se presta tirar da sigla em inglês, ufo. Idem o modismo ET, quando há vários termos opcionais, como álien, alienígena, extraterreno, sedope, ou mesmo, se insistir, o aportuguesamento etê, embora não sejam sinônimos): Na página 31 a confusão entre Antropófago e canibal, que até Jô Soares já cometeu. Uma pequena trapalhada: No texto aparece antropofagia (comer carne humana). Na nota de rodapé correspondente aparece canibalismo (Isso mesmo: Como se fossem sinônimos): Ato de comer carne humana, quando na verdade é ato de comer indivíduo da mesma espécie.  Na página 42 situou Cuiabá em Mato Grosso do Sul! Mas Mato Grosso do Sul só foi desmembrado em 1979. Antes não existia esse nome. É comum ver o pessoal aqui protestando quando jornalista que fugia da aula de geografia situa Campo Grande em Mato Grosso ou se refere a Mato Grosso do Sul como Mato Grosso. Mas nunca imaginei que o inverso aconteceria. A verdade é que se temos uma imagem estereotipada do Paraguai, a recíproca parece verdadeira. Na página 43, com imagem infelizmente diminuta e de baixa definição, página do jornal satírico El centinela (A sentinela), de 08.08.1967, com caricatura de paraguaios abaixando a calça e mostrando a bunda a Caxias observando tudo com luneta num dos balões de Caxias, que disse comprados dos ingleses (me consta que dos confederados norte-americanos).
Eis o número do jornal:
Eis outra página do jornal, na época:
Eis a tradução da anedota contada nesse número:
Se conta que um soldado oriental [uruguaio], um dia antes de Flores se retirar do campo-de-batalha, estando numa corriola, disse aos companheiros:
— Ninguém teria coragem de dizer a general Flores de modo que o ouça dizer que limpo a bunda com flores.
Todos responderam que quem o fizesse seria esfolado vivo como são Bartolomeu.
O burlesco soldado replicou:
— Pois amanhã farei isso diante de todos, desde que ponde em minha mão a ração de hoje.
Ficou combinado assim. No dia seguinte, na hora combinada, o soldado apareceu cum ramalhete de flor silvestre. Ao passar perto de seu general, disse com voz clara e fingindo não o ver:
— Joãozinho! Joãozinho! Se tens medo, limpo minha bunda com…
E esfregou o ramalhete na bunda.
Flores, pensando que a cançoneta era dirigida a Joãozinho. Não percebeu o epigrama do soldado, quem sem dificuldade e a pouco custo encheu a pança durante dias, graças ao engenhoso ardil.
Tem gente boba que acha que ler história é chato. Chato é ficar na história oficial, muito resumida e simplista, ou na redundante mitologia do faroeste, com enredos criativos e interessantes mas falsos, e cujo contexto total é estúpido e estéril, porque se centra em tiroteio, valentia pueril e falsa realidade.
Tem 40 números do jornal em Portal guaraní:



● Erro de diagramação em O horror sobrenatural na literatura, de Lovecraft.
Tal qual o erro de diagramação em A casa das bruxas, de Lovecraft, a Francisco Alves faz escola, só que com a bagunça de parágrafos ainda pior.
● Em Histórias da Bahia. Jeitão baiano, de Jolivaldo Freitas, orelha: Numa tarde nublada de domingo, o sol querendo se afirmar depois das estranhas chuvas de novembro.
Só se o Sol estava como problema de auto-afirmação, precisando de psicanálise.
● Numa embalagem de bacalhau congelado dessalgado: Contém peixe
● Esse tal de Nibiru é tão falso que ora aparece representado como verde e azul escuros ora vermelho.
● Nota zero pra restaurantes e lanchonetes que usam garfinho de aniversário de criança. Pior é o garfinho de plástico da sobremesa da Pão&Tal, que quebra até na torta.
● Neste final de ano festa de aniversário de criança de dois anos, sem criança além da aniversariante. Não são evangélicos. Só tem adulto mas a bebida é só refresco de caju e maracujá.
● No vídeo https://www.youtube.com/watch?v=ZrasSItjtm0 mostrando reação de crianças chilenas. Aparece a pimenta-papai-noel porque é um trocadilho entre Chile e chili (pimenta), vídeos apimentados. Brincadeiras de chilenos com falsos presentes aos filhos pequenos, depois entregando o presente verdadeiro. É claro: Reações indignadas, baseadas num fundamentalismo psicológico-piegas muito em voga em época da praga do politicamente correto, de hipócritas sempre de plantão, onde não se pode se divertir, não se pode viver, a não ser robotizado. É uma brincadeira, mais pros outros adultos que pràs crianças. Educativo pros adultos, porque criança daquela faixa etária não pode entender nem apreciar a graça da coisa. Então deixemos o moralismo de lado, pois a coisa, se não é tão graciosa não é tão estúpida quanto façanhas atléticas.
● O uso de este, esse, aquele, aqui, aí, ali nos livros
Alguém está lendo um texto, seja livro ou carta ou outro: A primeira pessoa é o autor. A segunda é o leitor. A terceira e quarta, quando referidas no texto.
Nos textos é comum a confusão no uso desses pronomes. Exemplo, uma carta: Ársia é dum dos maiores vulcões de Marte. Este vulcão tem os lados ligeiramente inclinados.
Por quê este, se o autor, quando escreveu, não estava dentro nem junto ao vulcão?
Se a referência está perto da primeira pessoa, o pronome correto é este.
Se a referência está perto da segunda pessoa, o pronome correto é esse.
Se a referência está longe da primeira e da segunda pessoas, o pronome correto é aquele.
Em referência posicional: Ársia é dum dos maiores vulcões de Marte. Aquele vulcão tem os lados ligeiramente inclinados. Ali a temperatura chega a…
Se a referência está perto da primeira pessoa, o pronome correto é aqui.
Se a referência está perto da segunda pessoa, o pronome correto é .
Se a referência está longe da primeira e da segunda pessoas, o pronome correto é ali.
A confusão acontece também em castelhano (Este, ese, aquel. Aquí, ahí, allí)
…na corte de Luís XIV. Naquela época não se conhecia…
Não sou apegado às coisas deste mundo.
Esta época de ignorância…
Claro que não tem como a época do autor ser diferente da do leitor, a não ser que seja ficção-científica.
Se num livro (seja no prefácio, nota de rodapé, etc) o autor diz Aquele livro será ignorado porque foge ao propósito deste livro. Se refere a determinado livro já citado, que será ignorado no livro em questão, o livro que está sendo lido pelo leitor.
Este país tem inflação alta, aquele média e esse baixa.
Nessa carta o autor (remetente) disse que no país do autor a inflação é alta, no país sobre o qual estava falando é média, e no país do leitor (destinatário) é baixa.

À coleção Adeene neles!

Comandante do estado pseudoislâmico – Inri Cristo

 João – Pelé

Coleção de cartão-postal de Joanco
 
 cartão-postal tipo 3D



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016


 Isso é que é reforma ortográfica!
O resto é fichinha!
É pra achar um acerto. Erro não vale.
Reflexinhos & reflexões
● Tem lojas de sucesso pondo caixinha de coleta natalina em vez de sortear cesta natalina aos clientes. Eu teria vergonha. Fica escancarando a avareza dos donos.
● Quando se quer redigir de forma muito erudita (literatura-ouropel) se escreve bobagem como O Amazonas fica a norte do Brasil. Quando na verdade fica no norte. A Venezuela, sim, fica a norte do Brasil.


Em A descoberta da sombra (La scoperta dell'ombra), de Roberto Casati, um livro interessantíssimo sobre a tremenda importância da sombra na ciência e na arte, uma interessante observação sobre a diferença entre na sombra e à sombra:
● Erro de tempo verbal:
Por isso, na penumbra, não consegue distinguir bem o objeto, apesar de o ter diante dos olhos. É inesperado.
Esse tempo verbal se usa em narrativa genérica, descrevendo um evento comum, não específico. É como dizer galinha cacareja, gato mia, andorinha voa, água molha, fogo queima, criança chora. Quando se diz a andorinha voou se está descrevendo um evento específico, se referindo a determinada andorinha.
Quando o evento está acontecendo, não é passado:
Por isso, na penumbra, não conseguindo distinguir bem o objeto, apesar de o ter diante dos olhos. Sendo inesperado.
Quando se descreve um evento específico, que já aconteceu:
Por isso, na penumbra, não conseguiu distinguir bem o objeto, apesar de o ter diante dos olhos. Era inesperado.
Um vício de linguagem recorrente é pôr de forma viciosa o verbo poder:
Estudou para poder ser médico
Estudou para ser médico
Se o sujeito estudou pra poder ser médico não quer dizer que estudou pra ser. As duas frases têm sentidos diferentes. Então a intenção era poder ser, pra se tornar médico caso houvesse necessidade.
Do alto das árvores podiam ver os que passavam
A frase disse que era possível ver os que passavam. Não afirmou que viram. Portanto a frase não tem o mesmo sentido de Do alto das árvores viam os que passavam
Então Aguirre escreveu sua famosa carta a Felipe II, desafiando seu poder, o coroando de injúria.
Se refere a Aguirre, que enviou uma famosa carta ao rei Felipe II, desafiando o poder de Felipe II. Mas vede a confusão de pronome na redação acima. Sua famosa carta e seu poder na mesma oração. A primeira pessoa é o redator, a segunda é o leitor, a terceira é Aguirre, a quarta é Felipe II. Seu, sua só pode se referir à terceira pessoa, portanto a famosa carta é de Aguirre e o poder desafiado também. Mas não é. O poder que foi desafiado é de Felipe II, portanto há erro pronominal na redação. Corrigindo:
Então Aguirre escreveu sua famosa carta a Felipe II, desafiando o poder dele, o coroando de injúria.
Dele se refere à quarta pessoa, Felipe II.
Outro exemplo de linguagem-ouropel, falar difícil pra parecer chique, é a forma desarmoniosa e incongruente de tratar as fases do dia.
Então saiu pela manhã, voltou de tarde e abriu a janela à noite
Na frase acima três formas esdrúxulas de tratar as fases do dia. Coisas de mesma natureza devem ter o mesmo tratamento. Por quê não pela manhã, pela tarde e pela noite? Ou de manhã, de tarde e de noite? Ou à manhã, à tarde e à noite? Formas esdrúxulas mas ao menos coerentes, em vez da forma correta, em sua beleza na simplicidade:
Então saiu na manhã, voltou na tarde e abriu a janela na noite
A mania de falar difícil grassa em frases do tipo:
E foi em busca do ouro
Então a coisa se complica, aparecendo o indigesto:
E foi em busca pelo ouro
Em vez do correto E foi em busca ao ouro
Mas pra quê escolher a forma mais difícil, se é muito mais certeiro usar o gerúndio?:
E foi buscando ouro
E por falar em gerúndio, analisemos a forma lusitana popular, errando por não usar o gerúndio:
Estou a conferir um lote que chegou hoje
em vez de
Estou conferindo um lote que chegou hoje
A conferir não é sinônimo de conferindo. A conferir significa que o lote está na expectativa, aguardando ser conferido.
● Quando Emiliana entrou no carro, Ramão disse:
— Como está o tempo hoje?
E olhou a baixo, teclando o celular, uatissapo ou sei-lá como-diabo se chama isso, pra consultar a meteorologia.
— Mas, Ramão. Pra ver como está o tempo não seria melhor olhar o céu?


● Os convivas de Ramão avisam que o descanso-de-panela está virado. Mas o anfitrião logo explicou que assim a panela fica firme, enquanto no jeito certo fica escorregando.

 Os livros ensacados em embalagem de arroz são dos muitos que após muitas vezes restaurados com adesivo tiveram de ter o saco plástico trocado por outro mais grosso, por causa das artes das meninas


● A ração da gata Christie, gata Borralheira e Marisa gata mansa (mais certo as duas últimas serem Xaropinho e Chupim, hehehe) é comprada no Mercadão, da mista, que elas comem bem. Só pra variar o cardápio comprei um pacote bem bonito, no Comper. Esse comem só fica de enfeite no cocho.
● No carro tem o pisca-alerta pra caso de emergência. Mas é só pra caso de emergência! Não é pra folgado estacionar em fila-dupla ou na esquina, pra carro-som de propaganda volante desfilar nem pra cortejo de enterro forçar passagem.
É óbvio que esses monstroristas, que não acendem luz ou meia-luz em dia nublado ou chuvoso, que correm em pista molhada como se estivesse no seco, que acham um saco ter de ligar a seta do carro ao mudar de faixa, dobrar esquina ou escolher opção em rotatória são casos de imaturidade, gente ainda em estágio psíquico inferior, animalesco, de egoísmo e egotismo exacerbados, de comportamento predominantemente instintivo, realidade conflitante com seu estado de animal racional supostamente superior.
Falando português claro: Malucos.
Gente que ainda acha que esperteza compensa, que acham que os que cumprem as regras são trouxas, certinhos. É graças a essa mentalidade que o Brasil virou o reino de Pedro Malasartes (aportuguesamento do castelhano Pedro Malasartes (Más-artes) ou Pedro Urdemales, de urdir malefício), dos espertalhões, lei-de-gérson, toma-lá-dá-cá (é dando que se recebe), jeitinho, sabes-com-quem-estás-falando?, quem-não-chora-não-mama (tanto é que é até refrão de marchinha carnavalesca), molha-mão, dá-cá-o-meu…
O mesmo tipo de psiquismo inferior como quando era novidade a proibição de fumar. No avião o sujeito tinha um piti quando a aeromoça pedia pra apagar cigarro.
Quase um mês antes do Natal já enfrentamos monstroristas fitipáldis e mortoristas zumbis barrando os outros porque estão ao celular e ao volante ao mesmo tempo. Tem uns que entram atrapalhados ao estacionamento de supermercado, quase raspando no meio-fio porque estão celulando. Por isso evito ao máximo sair nessa época.
● E por falar em maluco. Na semana passada conheci uma que anda cuma sacola cum franguinho dentro. Disse que o bichinho não está acostumado a ficar só, que não o pode dar a alguém porque teme que vá parar na panela. O bicho vive dentro de casa, sujando tudo, como todo galináceo que se preza.
● Outro livro muito interessante é Os grandes impostores (The great pretenders: The true stories behind famous historical mysteries), de Jan Bondeson. Subtítulo: As verdadeiras histórias atrás de famosos mistérios históricos.
Mostra o quão difícil é estabelecer a verdade, e o tanto que as pessoas estão dispostas a aceitar como verdade mesmo o inverossímil e improvável, sejam cultas ou ignorantes.
Na nota 60 do capítulo 4: […] de acordo cuma pesquisa sueca (Aftonbledet, 07.03.2003), 1 criança em cada 5 tem como pai quem não é o homem que acredita que a gerou.
Também nesse livro (como em Os segredos perdidos da arca sagrada (Lost secrets of the sacred arks), de Laurence Gardner, que já citei) se confunde ascendência com descendência. Nota 0 aos revisores. Um português-de-jornalista, cheio de vício de linguagem. Aparece até o indigerível busca pelo. Algumas vezes o tempo verbal em vez de havia. Não aparece nome de revisor, só que é revisado conforme o novo acordo ortográfico da língua portuguesa. Grande coisa!
Em 1991 cientistas russos anunciaram que os esqueletos do czar e dalguns membros de sua família foram descobertos.
Na sentença acima a primeira pessoa é quem escreveu, a segunda cientistas russos. Então tem de ser família dele em vez de sua família, pois os ossos são da família do czar e não da família dos cientistas.
● Em O caso Varginha, Ubirajara Rodrigues observou que os ufólogos tendem a rejeitar observações que não se enquadram com a imagem que estabeleceram. Por exemplo: Grande número de avistagens a gigantes são descartadas e ignoradas (ignorar no sentido de fingir não ver) porque já encaixaram em suas teorias esses áliens como seres pequenos.
Quando um pesquisador estabelece uma teoria é necessário muita maturidade emocional, inteligência e desapego pra não transformar o ponto de vista em dogma. É difícil, dado a forte tendência a nos apaixonarmos por nossa teoria.
Desde aquele seriado dos anos 2000, onde répteis extraterrenos se disfarçavam de humanos, pra invadir a Terra, começou o modismo reptiliano. Os investigadores de mistério vêem reptiliano em tudo. Em tudo forçam a ver o tal reptiliano. A figura acima é uma das dadas como exemplo de reptiliano, tanto que o nome do arquivo o diz. Mas observes bem: A cabeça é mais parecida com a dum delfim, um cetáceo, têm mamas e está amamentando. Lagarto com mamas, e amamentando? É um óbvio mamífero.
Esses pesquisadores do insólito fugiram das aulas de biologia.
Reptilianos podem existir, afinal foram centenas de milhões de anos de domínio dinossáurico, mas são inteligências instintivas. Como o corvo, que é tido como uma ave surpreendentemente inteligente, mas é uma inteligência mais instintiva. Não são como os mamíferos, animais que aprendem. Inteligência, propriamente dita, é a dos mamíferos.
Parece que o que domina as elites ocidentais é um vampiro, o supremo desconhecido dos mações. O vampirismo parece ser produzido por um parasita, que pode ser um fungo. O comportamento das celebridades e dos governantes ocidentais parece mesmo resultado dum parasita.
José Luis Camacho, em seu canal iutúbico Mundo desconocido, apresentou um vídeo sobre anomalias na personalidade dalguém infestado por um parasita. https://www.youtube.com/watch?v=Zs8ApkGud7U, https://www.youtube.com/watch?v=BaHEw5wG7cE
Outro vídeo seu é sobre a denúncia dum engenheiro ianque que descobriu que alienígenas têm base subterrânea em Eua e que esses seres têm uma característica insólita: Planejam tudo com antecedência mas quando ocorre algo imprevisto demoram muito a reagir, como se tivessem de revisar todo o plano. El extraño caso de Paul Bennewitz, https://www.youtube.com/watch?v=Ded-uQL0G_s
Isso se ajusta à idéia do parasita mental e ou da inteligência instintiva (A inteligência instintiva pode ser produto dum parasita), e também com as idéias desenvolvidas no livro A religião dos gigantes e a civilização dos insetos, de Denis Saurat, sobre o psiquismo dos cupins, precursores do estado totalitário.
Orlando Mejía Rivera, em Cronistas del futuro. Ensayos sobre escritores de ciencia-ficción, editora da universidade de Antióquia, Medelim, 03.2012 (Outra interessante obra do autor é La biblioteca del dragón. Lecturas inolvidables, Medelim, 02.2012), disse que muitas vezes, por falta de conhecimento, um autor levanta questão já há muito discutida e resolvida. Infelizmente não citou exemplo, mas se pode deduzir.
O mesmo ocorre aos investigadores sobre o insólito, lançando questões superadas, já há muito resolvidas, mistérios que já não são mistério, como a obsoleta idéia de que Jesus pode ter sido um extraterreno, ou o anacronismo Jesus de Nazaré.
Mas isso é perdoável, mesmo inevitável, pois tanto o universo da ficção-científica quanto o da ufologia e investigações afins é muito vasto. Nenhum intelectual conseguiria dominar um ramo de conhecimento.


● Em O livro do misterioso desconhecido, de Robert Charroux, capítulo 15, O elixir de longa vida, subcapítulo A grama alucinógena, página 226, nota de rodapé:
Após o dilúvio a alimentação dos sobreviventes era pobre em proteína animal, indispensável à elaboração dos tecidos nervosos e ósseos. Essa carência levou à deterioração da inteligência. Experiências feitas em rato mostraram que essa deterioração prossegue durante várias gerações, mesmo se a alimentação voltar ao normal.
A bom entendedor meia-palavra basta. Alerta aos vegetarianos.
● Mamão-papaia não é papaia, assim como banana-maçã não é maçã. Eis a papaia: http://www.agricolahc.cl/conservas_papayas.html
● Glauder tem uma interessante teoria sobre a origem da vida. Recentes estudos parapsicológicos mostraram que ao se morrer há transferência de informação: O corpo emite pacotes de energia codificada, como herança de memória, como uma planta que floresce como nunca logo antes de morrer, pra espalhar ao máximo suas sementes. Um exemplo é a egregor, memória-das-paredes, que gera fantasma.
Quando soube que as estrelas também emitem informação ao morrer, teorizou que seriam a forma de inteligência magnética reguladora dos mecanismos da natureza.
As estrelas criaram os organismos biológicos pra fazer coisas, assim como criamos bactérias pra fazer iogurte, por exemplo.
Seres biológicos, somos uma espécie de nanotecnologia das estrelas.
Creio que a grande inteligência cósmica (quem os teólatras forçam enquadrar seu absurdo deus hipercósmico), a grande mente universal, seriam as metagaláxias, pois as estrelas parecem neurônios dum cérebro com muito mais neurônios que o humano.
Já se sabe que o universo parece muito mais ser um grande pensamento em vez dum grande mecanismo.

Os alienígenas reptilianos são bens anteriores ao seriado V da década de 2000 e a primeira versão dos anos 80. Já em 1967 existem relatos de avistamemtos de extraterrestres reptilianos. O seriado dos anos 80 deve ter servido de inspiração, pois já nos anos 90 haviam teorias da conspiração envolvendo-os (culminando no livro de David Icke - The Biggest Secret de 1999).

domingo, 18 de dezembro de 2016

Arthur Machen – David Parcerisa

À coleção Adeene neles!


Caetano Veloso.jpg – Nehru


Clodovil Hernandes – Carla del Ponte

A postagem de gibi (muitos mb) está suspensa, porque minha conta gratuita do Mega está lotada

● Dar sinal só quando já está virando a esquina, mudando de faixa ou na a rotatória, não acender meia-luz em tempo nublado, correr em pista molhada igual se corre no seco, costurar como se disputando um grão-prêmio no autódromo, parar em fila dupla porque é só um instantinho, ligar o sinal de alerta sem emergência (pra ficar em fila dupla e uma infinidade doutras folgas, até pra cortejo de enterro).
● Não é só no trânsito que está cheio de mal-educados. Na internete também transitam grosserias de todo tipo. Por isso urge um manual de etiqueta básica. Quanto mais sucesso tem uma página, mais gente tola aparece pra comentar. Por isso sou feliz com meu bloguinho, onde prima a qualidade em vez de quantidade.
Nas de muito sucesso tem comentário de gente que comenta antes de ler ou ver o vídeo, só por causa do título. Tem os que não percebem que a página é satírica e polemiza. Os que fogem do assunto, ironizam, escrevem kkkkkkkkk, mostrando baixa idade mental. Tem os que não agüentam opinião contrária e insultam a postagem e ou outro comentário. Quando sofro uma grosseria dessas respondo assim:
1 - Se ataca o argumento, não o argumentador
2 - Minha qualidade ou defeito não é o tema da postagem
3 - Não pedi conselho sobre o quê sou ou o quê pensas sobre mim. Conselho se dá a quem pede.
4 - Não dou intimidade nem autorizo a me insultar ou se referir a mim aqui, aonde vim só pra debater o assunto em pauta
Isso tem de ser feito sem insultar o outro, pra que o outro tenha saída honrosa. Senão vira uma bola-de-neve.
Mas o pior é quando a grosseria parte do postador, quem deveria dar exemplo e pôr ordem na casa. Recentemente fui alvo assim no canal iutúbico Contraperiodismo. Mas logo entendi o motivo. Já me aconteceu muito na faculdade e no serviço. Ao apontar as contradições do palestrante, ele se sente incomodado e sai mordendo. Porque esses canais de mistérios e conspirações nem sempre são investigativos, como querem fazer crer, mas um espetáculo onde o que importa é contestar toda crença estabelecida.
Num mundo onde estamos abrindo os olhos contra a manipulação a nossas crenças, todo comportamento sensacionalista é irresponsável e abusivo, pois os manipuladores, não podendo censurar, lançam mão de todo tipo de contra-informação, pra saturar e confundir o leitor. É o que fazem na ufologia, que virou uma barafunda infernal.
Assim vemos todo tipo de fim-do-mundo ao mesmo tempo. Um ou outro, ainda vá, mas todos ao mesmo tempo?! Nem brasileiro acredita. O último papa, o último presidente ianque…
Independente de Putin ser bonzinho ou malvado, não faz sentido dizer que é do mesmo bando da elite satânica ocidental, pois se o fosse bastaria deixar a Síria ser esculhambada pelos amariconas e não estaríamos aqui-agora, pois os amariconas e seus capachos já teriam dado o golpe mundial num só dia, previsto no Protocolos.
Ainda vá lá que digam que o líder (pois a mídia satanista ocidental gosta de chamar todo líder inimigo de ditador) norte-coreano é clone do anterior, seu pai. Mas por quê o seria Vladimir Putin?, que não era famoso antes. Que o mataram e o que está ali é um clone! Pois com a ressurreição da santa Rússia poderia ter surgido como líder um Iúri, Ivã ou Leônidas qualquer.
Como na lenda da experiência de Filadélfia, o navio invisível. Que na segunda guerra mundial os amariconas fizeram uma experiência com magnetismo extremo, pra fazer um navio ficar invisível e que como resultado o navio e os marinheiros apareciam e desapareciam, os marinheiros meio doidos, alguns com o corpo mesclado à fuselagem.
Mas uma experiência real seria feita com um navio miniatura, depois se num navio real, só um marinheiro a bordo, ou só animais. Além do quê, bastaria o inimigo soprar farinha pra acabar com a invisibilidade do navio.
Outra baboseira são as fotos de temponautas falando ao celular no começo do século 20 ou usando um notebuque na antigüidade (que certamente é uma caixa de maquiagem). Com quem está falando? Tinha torre de celular na época? Á! Fez uma ligação a um amigo do futuro! Preciso saber qual é o DDD do futuro.
Uma notícia fala sobre inteligência artificial tão avançada, que no futuro as pessoas serão julgadas por robôs.
Mas pra quê juiz-robô se as pessoas serão controladas feito zumbis? Onde se viu um senhor-de-escravo estúpido a ponto de julgar seus escravos?
● Uma postagem apresentou o sudoco mais difícil do mundo. Um comentário apresentou a solução que foi achada rodando um programa em linguagem c. Mas, minha gente: O espírito-da-coisa do sudoco é ser resolvido de cabeça, com lápis. Claro que um programa, mesmo em basic, solucionaria, experimentando todas as combinações. Mas o espírito-da-coisa do sudoco é que não se pode chutar. O que vi nos muito-difícil é que muitas vezes se chega a um impasse. Não há mais como deduzir. Teria de se experimentar um chute e projetar as conseqüências, tal qual o computador. Quase sempre outros chutes em seqüência. Então esses sudocos não são difíceis mas mal projetados.
Uma vez um rei disse que o inglês é pra falar com os cavalos, o alemão aos soldados, o francês às mulheres e o castelhano a Deus. - Jonathan Andres Miranda
É óbvio que era um rei espanhol.
● Já pensei abrir canal no iutube mas pelo que vejo como administram, não vale a pena. Encerram canais, com critérios bem estrambóticos, se é que há critério.
Agem como as prefeituras, só na base da denúncia, tal qual republiqueta comunista européia oriental. Isso é sinônimo de preguiça, encobrir descaso.
Não adianta muito se inscrever, pois o aviso de postagem, quando vem, vem bem atrasado. Mas pior é o blogspote, que até hoje não tem aviso de comentário. Assim, querido leitor, não tenho como saber que alguém comentou algo em postagem antiga.
● Estou estranhando o arroz integral vendido no supermercado. Antes era integral mesmo, agora tá parecendo arroz branco. Até isso já é falsificado?
● Duas interessantes aventuras monetárias, uma de Míquei e outra de Popai, em castelhano
● No livro de Néstor Ganduglia, País de magias escondidas,  episódio O destino de Artagaveytia, página 205:
No Japão dizem que as pessoas predestinadas a estar juntas estão unidas desde o nascimento por uma linha vermelha invisível atada a cada polegar.
Mas como algo pode ser vermelho e invisível? É contradição. Uma cor só tem sentido em ser vista. As cores são definidas como uma faixa no espectro ondulatório visível. Os sons estão noutra faixa. Por exemplo: O infravermelho não é vermelho, está abaixo do vermelho. Os infra-sons não podemos ouvir, pois estão abaixo da freqüência audível pros humanos. Algo invisível não reflete onda do espectro visível, portanto não pode ser ter cor. Quando dizemos invisível, é invisível pra nós humanos.
● Uma curiosidade: Ilhas Maurício quer entrar à comunidade de língua portuguesa (como a Galiza):
O português é promovido e já é ensinado nalgumas instituições, pra atender as condições pro país alcançar uma de suas metas, que é fazer parte da comunidade dos países de língua portuguesa (CPLP). Desde 2006 Maurício já é um observador associado da CPLP. A língua de comunicação habitual é o crioulo de Maurício, língua crioula construída com base no francês. Muitos imigrantes indianos e chineses ainda falam sua língua de origem. https://pt.wikipedia.org/wiki/Maur%C3%ADcia
● Design do escritor
Seu Design de Capa na altura do seu livro
com mais de 250 capas no mercado editorial.
 Descubra por que autores com pouco dinheiro nos escolhe e saem sorrindo.
Desde que não se deixe a revisão por conta deles…
● A mania de usar por em vez de em ou durante (na verdade em vez de quase tudo) empobrece o idioma. O lixo espalhado pela cidade. Mas não foi dito que o lixo foi espalhado pelo furacão?
A meteorologia avisou que a chuva continuará por pelo menos uma semana
Em vez de
A meteorologia avisa que a chuva continuará durante ao menos uma semana
Vemos na primeira frase o abuso de preposição
Sendo que pelo = por+o (O: Artigo definido masculino singular), decompondo a contração:
A meteorologia avisa que a chuva continuará por por o menos uma semana
O resultado é uma frase esdrúxula
Uma mania literária é achar mais chique escrever se encontra em vez de está
Se encontra não é sinônimo de está
Por exemplo: José procura Bruno. Um vendedor contou que Bruno presta serviço à empresa X. Perguntou ao vendedor: Bruno se encontra na empresa X? Forma meio obtusa de Bruno pode ser encontrado na empresa X? O vendedor respondeu que sim.
Significa que se José for à empresa X pode encontrar Bruno. Não é o mesmo que dizer que Bruno está na empresa X, pois pode ter saído, faltado, estar viajando, etc.
Essa é a diferença entre está e se encontra.
Me esperando não é o mesmo que esperando por mim
Me esperando significa que alguém me espera
Esperando por mim significa que por algum motivo não pude continuar esperando, então pedi pra alguém esperar em meu lugar, pra avisar que já voltarei ou que tive de ir
Namorar com é forma errônea de dizer namorar alguém
Se eu convidar um amigo pra namorar comigo significa que num passeio em comum, cada um namorando a respectiva namorada. Da mesma forma que se convidar pra almoçar comigo não é o mesmo que me almoçar.
Quem disse que padre não pode casar? Padre vive casando. Padre não pode se casar.
Outro vício é o erro de tempo verbal: Árvore cai e mata ciclista em vez de Uma árvore caiu e matou um ciclista
Outro erro é guerra com
levar a Europa a uma guerra suicida com a Rússia, em vez de contra a Rússia.
Na primeira frase a Europa estaria aliada à Rússia pra guerrear contra não disse quem
Assim, em frases com substantivos de oposição (guerra, luta, disputa…) com tem sentido oposto a contra
João lutou com Pedro contra os irmãos Souza significa que João não lutou contra Pedro e sim ao lado dele, a favor

Coleção de cartão-postal de Joanco






domingo, 4 de dezembro de 2016

Em 2010 postei No episódio de Frajola e Piu-piu Visita ao hospital (Greedy for teety) há um erro de continuidade: No início o cão está com o pé esquerdo engessado. Depois aparece o direito.
O mesmo erro de continuidade aconteceu nesta tira de Condorito: Primeiro o pé amputado é o esquerdo. Logo em seguida é o direito.

 
Aqui Condorito vendo Mancha Negra

Veio à cabeça a identidade do nome da aerolinha, Lamia, com lâmia, o demônio da mitologia grega:
Em 2013 um avião da LAM (Linhas aéreas de Moçambique) caiu na Namíbia. Um relatório provisório das autoridades namibianas que investigam as causas da queda do vôo TM-470 das Linhas Aéreas de Moçambique, em novembro de 2013, na Namíbia, reafirmou a teoria de suicídio do piloto.
Também em 2013 o caso do suposto suicídio da canadense Elisa Lam, 21 anos, encontrada morta numa caixa dágua dum hotel de Losângeles.
Sempre se procura, ao dar nome a criança ou empresa, não só um nome bonito e recordável mas também de bom-agouro no inconsciente coletivo.
Então por quê se usa o nome Mara?
Na Dinamarca a mara era uma malvada mulher vampiro que rondava durante o dia com aspecto de ser humano. Se enamorar dela era fatal, já que se tinha sensação de sufoco e estrangulamento, como se mãos de primitiva força rodeassem a garganta. O único meio de ver a forma humana da espectral mara era se deitando de costas, empunhando una faca com a mão descansando no peito e a ponta a arriba. Quando o espectro adotava forma humana, a ponta da faca se cravava no corpo da mara, quem, espantada, fugia.
No budismo, mara é o oposto a Buda: Buda representa a iluminação. Mara é a ilusão, personificado como o demônio Mara.
Mara ● Nos compostos traz sempre a idéia dalgo ruim, mau, que não presta, mas sem dar lugar, na mor parte dos casos, à tradução. Isso acontece, disse o velho Quenomo, pajé cabéua, porque Mara foi gente ruim, e tudo que dela sair só pode ser ruim, mau imprestável. Na lenda, Mara é a filha dum pajé que, aprendida a ciência paterna, a usa pra fazer o mal. Por isso o pai a matou, pra evitar empestar o mundo com a descendência. Mas a tarefa não foi fácil. Sabendo a intenção do pai, conseguia sempre se escamotear. Depois de muito lidar conseguiu a matar afogada mas não pôde impedir que na ânsia da morte a baba dela originar algumas ervas más, que servem pra fazer maracaimbara, feitiço. Noutra versão Mara se casou e o marido a matou. ● Stradelli 514, Vocabulário da língua geral.
Câmara Cascudo - Dicionário do folclore brasileiro

Coleção de cartão-postal de Joanco









sábado, 3 de dezembro de 2016

Quem está escondido na mata?

Resposta:

 
Cada funcionário tem o patrão que merece
Será?

À coleção Adeene neles!
 
Antonove

A linha de Tordesilhas pode ser vista da Lua

Frandogã


Arquivos salvos do extinto sítio Usina de palavra
A ex do dono do antigo sítio campo-grandense Usina de palavra (Não confundir com o Usina das palavras, que ainda existe, nem com o Usina de palavras, produção e evento, de São Paulo), repentinamente extinto, disse a mim que muito escritor perdeu seus textos por causa da extinção do sítio, pois não tinha cópia.
Como eu salvava os arquivos que gostei ou que deixava pra ler depois, tenho uma pasta com esses textos.
Pode ser que teu texto perdido dalguém esteja aqui.
Boa sorte!


Coleção de cartão-postal de Joanco

 
 
 
 
 
 
 
 

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