Maio 2012 - Che Guavira - sítio literário

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Café molecular (contos de FC)
Молекулярное кафе
Contos de ficção-científica
Излательство Мир
Москва
Editora  Mir (Mundo)
Moscou
Impresso na URSS
1981
Сборник
научно-фантастических
рассказов
(Coleção
ficção-científica
histórias)

domingo, 27 de maio de 2012

Quase nostalgia 1
Da autobiografia não-autorizada de Che Guavira
De vez em quando se acha um texto relembrando a diferença de quando se era criança com a criança de hoje. De que não existia celular e brincávamos longe de casa, depois da aula, não existia celular e nossos pais nem sabiam onde estávamos. Bebíamos água da torneira, íamos aos mangueirais chupar manga, procurávamos uma quadra vaga pra jogar futebol improvisado. Não tinha essa babaquice de tal programa recomendado pra tal idade.
O período de aula era só manhã, tarde ou noite, de modo que tínhamos tempo livre pra ir brincar e ter nossa vida em casa. As férias eram 3 meses no fim de ano (dezembro, janeiro e fevereiro) e julho. Os meses inteiros. Não tinha essa babaquice de hoje de se achar que se pode compensar a falta de qualidade aumentando a quantidade.
Já se dizia que o ensino público era mais fraco que o particular. Mas a vida toda em escola pública e me capacitei muito bem porque peguei apostilas e fui estudar, não dependendo só da escola, que me dando uma base já dava pro arranque.
Os colegas de classe nos juntávamos a ir jogar na quadra de futebol de salão da escola se estava livre. Se não íamos procurar outra ou um campinho disponível. Nunca tínhamos o time completo. Era tudo improvisado, brincadeira mesmo. E como nos divertíamos.
Uma vez apareceu um professor de educação física que detestava futebol e não nos deixava jogar, de jeito nenhum. Só basquete, o que fosse. Futebol não. Dizia que futebol era esporte de ignorante. E contou do jogador que foi jogar em Nata, Rio Grande do Norte, e disse que era legal jogar onde nasceu Jesus. Mas basquete era muito chato e fugíamos pra jogar noutra quadra livre.
A aula de educação física era muito tosca. Aquelas ginásticas estrambóticas, forçadas. Uma chatice. Acho que muito dos problemas de coluna se deve àquelas ginásticas bestas que éramos forçados a fazer. Eu odiava a aula de educação física e odeio até hoje. Sempre gostei de jogar brincando, não com obrigação de vencer.
Como fui criado muito reprimido sempre tive andar duro e muito mal-resolvido com o corpo. No pingue-pongue sou bom porque é um jogo de mãos. Futebol é jogo de corpo, como dançar. Nisso sou péssimo.
Por isso quando fui fazer cunguefu tinha de imitar os movimentos do pessoal ao lado e fazia tudo trocado. Até criança fazia certinho e eu trapalhão. Não tenho mesmo coordenação corporal. Assim percebi que tô mais pra Chapolim que pra Chaolim, e desisti.
Assim como desistira do judô com 14 anos, que fiz só durante um mês. Primeiro porque detestava ficar abraçado àqueles quimoneiros suados, segundo que tinha pavor de ser jogado ao tatame como um saco de areia. Mas desisti mesmo porque viviam cancelando aula por causa de competição. Hoje está ainda pior essa praga de mentalidade competitiva. Só se fala em medalha, medalha, medalha. Nunca vi uma modalidade que fosse pra que a pessoa se aperfeiçoasse, se relacionasse. Não. Só essa perversão de ganhar medalha.
Eu era o mais perneta do time. Sorte que éramos poucos, senão ficaria sempre no banco. Uma vez dei um drible de craque em Davi, que era o mais baixinho e mais corredor, que ganhava todas as corridas na educação física. Nunca fizera antes nem depois. Pobre Davi. Teve de ficar ouvindo Á! Não! Levar um drible do Mário!
Uma vez fomos jogar no campo do Exército. Nunca tinha entrado num campo de futebol. Só brincávamos em quadra de salão. Na televisão o campo parece pequeno mas entrando nele se vê o quanto é gigante. O gol era enorme. Não entendia como um goleiro podia dar conta. Eu olhava o outro lado do campo e era longe, muito longe. Só um ataque e eu já estava de língua de fora. Nunca mais quis saber de futebol de campo.
Só tinha um canal de televisão até 1980. A TV Morena era rede Tupi. Quando a Globo decidiu montar uma filial em Campo Grande a TV Morena correu fazer contrato com a Globo. Grande jogada. Assim se manteve durante muitos anos sem concorrência, em vez de deixar surgir um concorrente mais forte. Depois a Tupi se extinguiu.
Tendo só um canal tinha a vantagem de quando passava um programa se podia comentar com todo mundo. E quando se perdia um sempre tinha alguém pra te contar. Hoje é altamente improvável que se perca um programa e se ache alguém que o vira.
Uma sensação foi o Didi, de Os trapalhões, fazendo paródia do seriado Ciborgue, o homem de 6 milhões de dólares. Didi era Zé Borges, o homem de 6 cruzeiros e 50 centavos. Era um sucesso quando faziam paródia de novela, seriado, filme. Sempre esperei que fizessem de Geni é um gênio, mas infelizmente nunca fizeram.
Negro pintar cabelo? Era coisa doutro mundo. Por isso Muçum costumava se travestir com peruca loura, o que soava muito bizarro e engraçado. Mas Os trapalhões perderam quase toda a graça ao se mudarem à Globo. De tão padronizados ficaram bem insossos, bobocas mesmo. Viraram atração infantil, no sentido mais pejorativo. Um colega disse que achávamos graça porque éramos crianças. Então, vendo uns arquivos da TV Record, constatei que não. Que antes eram muito melhores. Cheguei a ver o grupo na Tupi quando ainda se chamava Os insociáveis e achava Renato Aragão (Didi) muito parecido com Ronald Golias (Bronco). Na época gostava mais do Didi, só que foi perdendo a graça enquanto Golias nunca decaiu, nem depois de velho.
A programação não era via satélite, assim víamos as novelas com semanas de atraso com relação ao eixo Rio–Paulo. Vinha tudo em videoteipe, via terrestre. VHS era coisa do futuro. Quando se equiparou tudo perdemos vários capítulos das novelas.
Os desenhos eram bons. Tinha programa bom o dia todo. Seriados dos melhores. Perdidos no espaço, Túnel do tempo, Viagem ao fundo do mar, Geni é um gênio, A feiticeira, As noivas, Daniel Boone... Me lembro que lá nos 18 anos fui dar uma olhada numa daquelas sessões desenho matinais e fiquei chocado. Quando criança via os desenhos na seqüência. Depois entrou na moda (imitação de Xuxa? Quem imita quem) daquelas horrendas animadoras-apresentadoras infantis intermediando cada desenho, enchendo o saco e também enchendo lingüiça.
As novelas eram ótimas, tiradas dalgum romance clássico. Não como hoje, sem história definida, quase interativa, onde quando se quer fazer propaganda dum refrigerante se encaixa uma família almoçando com o produto encima da mesa. Não tinha tanta babaquice de politicamente correto.
A Sessão da tarde só exibia filmes antigos, raros os coloridos. A maioria da década de 1940, 50 e 60. Não esses filmes idiotas de hoje. Na época nos referíamos a esses maravilhosos filmes como filme tipo sessão-da-tarde.
Não tinha Procon, direito do consumidor. Nada. Quando se comprava o telefone era como se comprasse uma casa. Caríssimo. Ficamos anos esperando o telefone ser instalado. Orelhão era de ficha, aquela moeda fendida. Às vezes custava a ficha cair pra ligação completar, dali a expressão Cair a ficha.
Pedofilia? Nunca ouvimos falar. Nem imaginávamos que existisse. Mas claro, nem o sexo se sabia que existia. Se não tivesse lido uma Pais & filhos, com 12 anos, onde um médico explicava a coisa... Me lembro que minha mãe fez um escândalo quando minha irmã contou que falaram sobre isso na aula.
Proteção ao menor não existia. Se podia espancar o filho e ninguém poderia se meter.
Os tênis que conhecíamos eram dois: Conga e Kichute. Conga era azul e Kichute preto.
Sorvete era no máximo Kibom. Só tinha chocolate, morango e creme. Kibom foi uma novidade tardia. Só muito mais tarde teve Gelato. Nos outros não tinha cremoso no palito. Era muito sofisticado. Picolé era um refresco congelado no palito.
Torta só conhecíamos uma. Era no máximo um bolo cortado em três andares e recheado com goiabada, chocolate ou creme. E todo coberto com aquele glacê branco, duro, açucarado. Uma vez vi num casamento numa fazenda, isso na década de 1980!, um desses bolos. Já era mais moderno, o glacê estava mole. Ou era porque não secara ainda? As moscas ficavam presas no glacê, parecendo uva-passa.
Cantor rebolando, entrevistado macho sentar e cruzar as pernas? Jamais!
Não existiam salões unissex. Isso foi forçado pelas crises. Homem só ia cortar cabelo na barbearia e salão de beleza era coisa de mulher. Barbeiro era uma coisa, cabeleireira outra. Homem não entrava em salão de beleza.
Computador? Em 1992 eu disse, a uma colega, que queria comprar um e ela achou que eu estava sonhando! 1992! Imagine antes.
Fiz concurso público quando ainda tinha prova de datilografia. Quando se era chamado, antes de assumir o cargo se tinha de fazer uma prova de datilografia. E eram aquelas máquinas mecânicas pesadonas, Remington Rand. Eu usava muito uma pequena, portátil, Olivetti lettera 32 era a marca. Quando prestei concurso fiquei meses sem tocar nela porque acostumava e estranhava as grandes. Anteriormente fiz uma prova prum emprego particular e me saí mal porque estava acostumado com a portátil. As teclas eram maiores e mais espaçadas e eu metia os dedos entre elas. Então levei emprestada uma grande e fiquei acostumando nela. Deu certo.
Projeto Lovecraft
Aviso aos revisores voluntários
Amigos
Está um pouco além do que prevíamos o final da parte de diagramação. Acredito que por conta dos compromissos pessoais e ou profissionais do encarregado da tarefa, Edilson. Mas vemos boa-vontade e um excelente trabalho que fez nas prévias que enviou a nós, inclusive discutimos vários pontos de interesse pra termos um ótimo resultado final.
        Queria dizer pra aguardar mais um pouco a etapa da leitura final. No fim da diagramação terei uma matriz em arquivo próprio do Corel X5 e farei uma leitura do início ao fim, procurando erro. Paralelo a isso dividirei o texto em várias partes editáveis (talvez .doc), e cada um será responsável por uma parte, pra não sobrecarregar os demais. Podeis alterar em vermelho e enviar a mim depois, e mudarei aqui na matriz. Acho que assim coordenaremos melhor essa etapa.
         O que tereis em mão será uma material já traduzido, revisado quanto a tradução e quanto a língua portuguesa revisado duas vezes. Então nosso trabalho será buscar pequenos problemas não encontrados, pra fazer do resultado final o melhor possível, lembrando que vossa leitura será a última antes do leitor.
Creio que em breve o texto estará em vossas mãos, embora a previsão de lançamento em julho esteja quase descartada, infelizmente. Qualquer sugestão é bem-vinda
Denilson

sexta-feira, 25 de maio de 2012

● Aberta inscrição ao prêmio Guavira de literatura, concurso da FCMS (Fundação de Cultura do Governo de Mato Grosso do Sul).
Francamente! Um prêmio pra obra publicada em 2011. Quem tem obra publicada não precisa ser revelado.
Faz falta prêmio que revele novos talentos, não pra consagrar ainda mais. Faz falta prêmio de verdade, prêmio mesmo, que fuça e descobre a obra de valor onde estiver,que instigue, crie vontade de escrever e ambiente propício à difusão. Não esses aos quais se tem de fazer inscrição. Muito cômodo isso!
Se for concurso, que seja sério, sem excesso de burocracia nem mais exigente que camarim de celebridade, que não confunda conto com crônica (quanto a isso podeis ler meu artigo Conto não é crônica em http://www.gargantadaserpente.com/artigos/mariojorge.shtml)
● Hoje foi o dia sem imposto. Um bujão de gás de R$53 saiu a R$40. Maravilhoso termos essa conscientização toda. Que saiamos logo de todo esse lamaçal de imposto. Tudo o que é demais é veneno. Precisamos mudar a mentalidade, o condicionamento profundamente arraigado. Parar de pensar só por instinto. Por exemplo: Acabar com a multa de trânsito. Quem comete delito no trânsito deve ter o carro apreendido, ficar sem dirigir tanto tempo, conforme a gravidade do ato. Só assim se inibirá a prática. A multa é o mesmo valor a todos, portanto o rico sofre menos. Uns até pagam de bom grado, como se fosse o ingresso dum parque de diversão. E o sistema já está viciado, vive disso. Os órgãos competentes querem acabar com os delitos? Claro que não! É sua fonte de renda. Sua política é continuar fingindo combater o delito. Se multa alta resolvesse os delitos seriam muito raros. É preciso também que os carros só sejam fabricados com potência a no máximo 60km/h. Ninguém precisa correr mais que isso. Não existe local ou situação onde se possa aproveitar os 160, 200km/h dos carros em geral, nem num autódromo. Potência alta só pra carros da polícia. Assim bandido não roubará carro particular pra fugir da polícia.
Criaram o impostômetro. Que tal criar o multômetro?
Os historiadores dizem que quando os árabes invadiram o Egito a população aceitou bem os árabes porque no Egito cristão predominava a ganância, o imposto alto. A avidez sempre foi uma característica do mundo cristão.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Escaneagem de Joanco
Revisagem, restauragem e fotoxopagem de Che Guavira
Comentário de Nabil:

A segunda história foi publicada originalmente em SUPERMAN 181,de 1965, e também foi lançada em tiras de quadrinhos em jornais de Junho a Agosto do mesmo ano, porém com outro desenhista.

A trama é interessante:
Segue uma garota fã do herói que adapta em seus brincos, óculos e câmera a tecnologia da cabeça de um robô destruído do Superman, que ainda tem alguns poderes.
Tudo para se tornar uma grande repórter conseguindo de forma rápida as matérias atraindo assim a atenção do herói.

Eis "The Super Scoops of Morna Vine"

Obrigado por este achado, Joanco.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

imagem extraída de
Zero e infinito na matemática e na física
Um dos motivos dos gregos não terem desenvolvido o cálculo diferencial é sua ojeriza em conceber o infinito. Sabiam que não existe infinito mas não perceberam que pra efeito de cálculo é necessário essa abstração. Assim como manipulando números imaginários se chega a resultados reais.
Uma das evidências da debilidade do intelecto humano é conceber o universo como infinito. Se nasceu duma explosão, o bigue-bangue, não pode ser infinito. Se teve um começo não é infinito. A grande explosão foi gerada pelo colapso duma supernova, que gerou um buraco-negro, que gerou um universo onde foram jogadas toda a matéria e energia sugadas dum universo maior. Obviamente essa quantidade de matéria e energia não são infinitos.
O infinito só existe na matemática, não na física
Portanto também não existe o zero, pois:
1/0 = ∞
1/∞ = 0
Temos a tendência a imaginar todo fenômeno como contínuo, mas continuidade não existe na física, só na matemática. Um filete dágua não é um fenômeno contínuo, com partículas e subpartículas ao infinitamente pequeno. No mundo físico tudo é formado de partículas. Tudo é quântico. A continuidade é aparente. Uma imagem cinematográfica é composta duma série de foto. Não é contínua como parece.
Os gregos estavam certos em dizer que o átomo é indivisível. Porque se for dividido se transforma noutra coisa. Meia barra de ferro é uma barra de ferro menor. Um quarto de barra de ferro é o mesmo, ainda menor. Mas um átomo de ferro despedaçado não é mais ferro.
Se constatou que o espaço vazio não existe. Tem de haver partículas que o sustentem.
O infinito não existe. É impossível. Assim também não existe o infinitamente pequeno. O universo seria uma bolha que encerra toda nossa realidade. O que há fora não sabemos imaginar.
A única maneira de se passar dum intermundo a um extermundo (e vice-versa) é dando um salto. Continuamente não. Da mesma forma que há partículas com velocidade superior à da luz mas pra entrar nessa zona se tem de dar um salto. Não a poderemos atingir aumentando a velocidade continuamente.
Se um filete dágua fosse contínuo não haveria espaço pra contração e expansão. Se tudo fosse contínuo não haveria elasticidade. Se o universo fosse infinito a luz e o calor estelar que recebemos seria insuportável, a massa universal seria infinita. Impossível.
Zero e infinito, como entidades físicas, são conceitos religiosos, não científicos.
Cero y infinito en la matemática y en la física
Uno de los motivos de que los griegos no desarrollaren el cálculo diferencial es su ojeriza en concebir el infinito. Sabían que no existe infinito mas no percibieron que para efecto de cálculo es necesaria esa abstracción. Así como manipulando números imaginários se llega a resultados reales.
Una de las evidencias de la debilidad del intelecto humano es concebir el universo como infinito. Si nació de una explosión, el bigue-bangue, no puede ser infinito. Si tuvo un comienzo no es infinito. La gran explosión fue generada por el colapso de una supernova, que generó un agujero negro, que generó un universo donde fueron arrojadas toda la materia y energía absorbidas de un universo mayor. Obviamente esa cantidad de materia y energía no son infinitos.
El infinito solo existe en la matemática, no en la física
Por tanto también no existe el cero, pues:
1/0 = ∞
1/∞ = 0
Tenemos a tendencia a imaginar todo fenómeno como continuo, pero la continuidad no existe en la física, sólo en la matemática. Una capa de agua no es un fenómeno continuo, con partículas y subpartículas al infinitamente pequeño. En el mundo físico todo es formado de partículas. Todo es cuántico. La continuidad es aparente. Una imagen cinematográfica es compuesta de una serie de fotos. No es continua como parece.
Los griegos estaban ciertos en decir que el átomo es indivisible. Porque siendo dividido se transforma en otra cosa. Media barra de hierro es una barra de hierro menor. Un cuarto de barra de hierro es lo mismo, aún menor. Pero un átomo de hierro roto no es más hierro.
Se constató que el espacio vacío no existe. Tiene que haber partículas que lo sostengan.
El infinito no existe. Es imposible. Así también no existe el infinitamente pequeño. El universo sería una buebuja que encierra toda nuestra realidad. Lo que hay fuera no sabemos imaginar.
La única manera de se pasar de un intermundo a un extermundo (y viceversa) es dando un salto. Continuamente no. De la misma manera que hay partículas con velocidad superior a la de la luz pero para entrar en esa zona si hay de dar un salto. No la podremos alcanzar aumentando la velocidad continuamente.
Si una capa de agua fuese continua no habría espacio para contracción y expansión. Si todo fuese continuo no habría elasticidad. Si el universo fuese infinito la luz y el calor estelar que recibimos sería insoportable, la masa universal sería infinita. Imposible.
Cero e infinito, como entidades físicas, son conceptos religiosos, no científicos.

Disney especial 146 - Natal
Atenção: nova conexão, com as duas páginas fotoxopadas
Repostando repondo as páginas 10 e 11 até então faltantes (original do Gibis Clássicos)
Colaboração de Joanco
Escã de trolleycarz
Enviado por não mais estar disponível no sítio original
em inglês - in english

domingo, 20 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Em As aventuras de Tintim - O ídolo roubado sobre um ídolo dos índios arumbaia, do norte do Brasil-sul da Venezuela foi, roubado do museu. Indo investigar soube que um homem chamado Walker e o guia López foi capturado pela tribo arumbaia e conviveu com ela, até ter aceso ao local mais secreto da tribo. Ali jurou segredo sobre uma pedra sagrada e quando partiu pôde levar o ídolo. Logo os índios perceberam que a pedra fora roubada...
Enredo levemente modificado sobre Carlos Frey, jovem aventureiro ianque fugitivo do serviço militar durante a segunda guerra, que se embrenhou sozinho na floresta de Petém e foi adotado pelos lacandons, últimos descendentes dos maias clássicos do Iucatão, México, se casando cuma índia e descobrindo os afrescos de Bonampak. No livro Descobertas na terra dos maias, de Pierre Ivanoff.

O filme Espiritismo, do estúdio Churubusco, México, 1962, apresenta um enredo tirado do conto A pata do macaco [ou A mão do macaco] (The monkey’s paw), de W. W. Jacobs, um dos melhores contos terroríficos da literatura mundial. Se pode ler o conto em http://riesemberg.blogspot.com.br/2006/10/pata-do-macaco-w-w-jacobs.html Conto de terror clássico muito presente nas antologias. Foi encenado pela TV Manchete num dos episódios de Incrível, fantástico, extraordinário!, cujos outros poucos episódios (a série foi efêmera) eram de temática puramente espírita, nada a ver com os relatos fantasmagóricos da série radiofônica de Almirante, que não era de ficção. A série apresentada no Fantástico, rede Globo, década de 1980 manteve o estilo original.
Uma adaptação em vídeo (pra não gastar com efeito especial puseram o retorno do morto no escuro): http://www.youtube.com/watch?v=H4bV-N3yutg
E ali muitas outras, inclusive de Hitchcock, ao lado ou na busca do iutubo.
Em castelhano La pata del mono.

Jornal Hoje, 18 de maio de 2012. Estou redigindo de memória. Um diálogo assim:
Evaristo — O motorista andou na contramão, num gesto irresponsável. Uma situação que se repete e põe em risco a vida do agente e de quem estiver perto. Por, sorte nesse caso, uma tragédia não aconteceu.
Sandra — Que absurdo! Esperamos que isso não aconteça mais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012


Muito oportuno o conselho do ministro chinês, pra melhorar o Brasil. Vale a todos nossos vizinhos, a todo o ocidente.
Há ao menos 2000 anos estamos sob o avanço duma entidade maligna que se infiltrou no comando da civilização, tendo como baluarte Estados-Unidos. Não é sem razão que os islâmicos o chamam de Grande Satã.
Agora o grande trabalho é recuperar o Brasil da grande esculhambação que quintas-colunas, infiltrados nos pontos-chave da sociedade, empreenderam desde a independência.
Me lembro que em 1981 eu cursava engenharia civil na UFMS e fiquei espantado com a quantidade de matérias ditas ciências humanas no curso. Poucas matérias que tinham a ver com o curso, o que o enfraquecia muito. O discurso era de que era preciso humanizar o curso, não o deixar tão puramente técnico, mas a verdade é que era uma política deliberada de debilitação. Conversando sobre isso cum colega, contou que um acordo do governo militar com Eua exigia se enfraquecer o ensino universitário em troca de ajuda sei-lá se financeira, militar, etc. Fui arrastando, arrastando, até desistir do curso. Quando entrei no curso de ciências da computação, em 1992, criado havia pouco, vi uma realidade muito diferente. Não há matéria que não tenha a ver com o curso.
Temos de sair desse longo sono, desse condicionamento profundo, dessa lavagem cerebral que nos fazem sutilmente. Vejamos um micro-balanço do quanto é maligna essa força satânica que há tantos milênios mantém a humanidade no obscurantismo:
● Direitos humanos aos bandidos, leis brandas com a criminalidade, exagero de liberalismo e de direito a ponto de atravancar a vida em sociedade e favorecer enormemente o banditismo. Polícia, sistema educacional e sanitário e forças armadas sucateadas, instituições incompetentes. Mas a receita federal nunca foi sucateada e nunca teve salário baixo.
● Política de desarmamento (tanto de cidadão pacatos quanto de países), de condicionar a população à passividade, desencanto, medo. Toda vez que há notícia de vítima de assalto que reage aparece a imprensa, e a própria polícia!, pra fazer sermão, como quem fala com criancinha, de que não se deve reagir, que isso põe em risco a vítima (mas já não está em risco?), mesmo tendo tantos casos de bandidos que atiram, agridem, matam mesmo sem reação. Enquanto isso, na China, um brasileiro foi apresentado como herói ao defender uma mulher atacada por um assaltante. As autoridades procurando reverter a cultura popular de ver um assalto e só ficar olhando. Aqui tentam o contrário! O que aconteceria a um animal selvagem que não se defende? É óbvio: Será extinto!
Uma vez conversei com uma funcionária da central de mandado do judiciário e soube que quando, por exemplo, um pai que não paga a pensão alimentar e não é encontrado, não é procurado até ser encontrado. Não é encontrado, simplesmente se desiste da procura. Eu cria piamente que mandavam à Interpol, o diabo-a-quatro. Não! Li, num processo, a petição dum credor, protestando ante a ineficácia de se localizar o devedor. A resposta do juiz foi de que não estamos num estado policial, que vivemos em estado de direito. Fiquei pensando: É! Mas quando se trata do fisco passam encima da lei, de tudo. É malha fina, procuram o sujeito até noutro planeta.
● Política de manter a população na ignorância, na pieguice, na estupidez. Decadência cultural, educacional e valorização apenas do desporto chamado esporte e da música de baixa qualidade.
Nos programas de tevê só se vê o tal esporte. Quando se viu algum programa literário? Os concursos são pura farsa. Alguém já viu um governo premiar a literatura. Mesmo o Nobel virou pura política.
● Celebridades depravadas, políticos corruptos. Uma civilização onde só os degenerados têm chance de ter sucesso, pois os inteligentes incomodam. Onde tudo é uma farsa, um faz-de-conta, como numa missa. Até a guerra, a copa, os realitixou, as pegadinhas de câmera-escondida, tudo com carta marcada, encenado. Muita música desarmônica, muita distração, muito futebol, competição em tudo. Um mundo pervertido onde tudo é competição, onde muitos se matam por uma baboseira de medalha de ouro! Tudo na base do anabolizante, do dópim, de arbitragem subjetiva, de métrica rígida e insossa. Diversão de bobos. Pão-e-circo de má qualidade. Pãozinho pseudofrancês cheio de bromato. Pararam de pôr bromato? Pois continua insosso. Eta pãozinho sem-graça! Uma total perversão do que é importante, do que tem valor cultural. Cultura só no discurso. Medalhas, medalhas! Campeonato, taça! É campeão! Inversão de valores de todas as formas. Falsos valores, poluição intelectual, pieguice, contra-informação, falsas rivalidades, boatos apocalíticos. História falsificada, notícias filtradas e manipuladas, liberdade de fachada. Infantilização do cidadão, distorção da realidade: Deboche, muito deboche.
Uma vez um colega capoeirista promoveu um encontro da classe. Foi ao Palácio Popular Da Cultura, um órgão estadual do governo Zeca, que se gabava de mecenas da arte e cultura. Soube que teria de pagar um valor exorbitante pra realizar ali o encontro. Então disse à atendente: Mas este não é um palácio popular? A atendente deu um riso sem-graça e ficou nisso. Teve de se virar noutro lado.
Hoje, em Campo Grande, uma notícia de que populares imobilizaram um assaltante no centro da cidade até a chegada da polícia. No telejornal um comandante disse que não se deve fazer isso e sim descrever o bandido e esperar a polícia! Mais a diante disse que a polícia não pode estar em todos os lugares, que sofre falta de efetivo! Contradição! Parece que vivemos como zumbis, dormentes. Temos de despertar a uma consciência superior, como narra Jacques Bergier em O despertar dos magos, não ver uma entrevista dessa e não notar a contradição!
Gnus, cervos, zebras: Ninguém deve reagir ao ser atacado por um predador, pois isso põe em risco a vítima! (Ordem de sua majestade o leão). Uma zebra deu um coice no leopardo, um búfalo furou a chifrada uma leoa. Foi muita sorte! O agressor poderia se enfurecer e matar a vítima!
● Liberalismo exacerbado e irresponsável, apologia pra se ter como normal e legalizar perversões sexuais. Confusão entre conceitos de erotismo e pornografia. Considera o bandido hediondo cidadão, de modo que se gastam fortunas pra os manter presos. Esse liberalismo proporciona que os bandidos gerenciem o crime de dentro das prisões.
● Confusão entre os conceitos de democracia e estado de direito, de modo a gastar milhões na fantasia dum populacho ignorante eleger governante. Mesmo indivíduos despreparados, ignorantes do ofício a exercer, podem se candidatar.
● Mentalidade do lucro a qualquer preço, pouco importando a saúde do consumidor: Alimentos venenosos, conservantes deletérios, agrotóxico, soja, flúor e cloro na água.
● Mentalidade de viver pra trabalhar e não trabalhar pra viver.
● Sutilmente nos condicionam a nos acostumarmos com a violência, a achar que a vida é assim mesmo e que temos de andar desarmados não devemos reagir. Implementaram o individualismo, pra permanecermos desunidos, desconfiados e nada solidários.
Não me lembro onde, li que os nativos havaianos foram a sociedade mais pacífica do mundo porque eliminavam todo elemento indesejável, de modo que houve uma seleção genética que deixou se reproduzirem somente os indivíduos socialmente desejáveis.
Pena de morte a criminosos hediondos! Acaso algum dia se descobrirá que Beira-mar e Escadinha eram inocentes? Claro que não!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Colaboração de Joanco
Escã de trolleycarz
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terça-feira, 15 de maio de 2012

Grã-Argentina 
 Grã-Colômbia
 Grão-Paraguai
Grão-México
Grão-Chile
Me contaram uma piada muito divertida sobre um chileno no Brasil, que, acreditando entender o idioma, foi ao barbeiro pra cortar o cabelo. O barbeiro perguntou como queria e o chileno disse: Não perto nem longe.
O barbeiro não se atrevia a chegar perto nem ficar muito longe. Estava muito confuso.

O sujeito perguntou à filha qual profissão quer exercer quando crescer.
— Papai, quero ser a moça do tempo.
— Uma jornalista, então. Ou meteorologista? Porque moça do tempo não é um nem outro.
— Só moça do tempo.
— Mas por que especificamente isso?
— Alguém já viu moça do tempo feia?

O desabafo de Róbinson Crusoé:
— Sou um cara trabalhador, que não reclama, que sabe se virar e não desanima diante da adversidade. Puxa vida! Em todo filme o cara passa mil aventuras junto duma loura estonteante. Tarzã tem Jane. E pra mim, um cara esforçado, quem aparece? O índio Sexta-feira! Ai! Quero mó-rê!

O repórter entrevistando um político:
— O que tens a dizer sobre ser processado por lavagem de dinheiro?
— Tudo exagero. Só porque ficou uma nota de 2 reais no bolso de minha calça, a empregada não revisou e pôs na lava-roupa!

O juiz, ao acusado de participar dum racha:
— Então apostavas corrida em via pública.
— Não, dotô. É um mal-entendido. Eu só tava dando uma acelerada pra carregar a bateria!
O adversário na corrida:
— Eu tumém cargava a bateria. Por coincidência a gente távamos a lado a lado!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Colaboração de Joanco
Enviado por não mais estar disponível no sítio original
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sábado, 12 de maio de 2012

Marchinha da só negação
Um bloco com a camiseta listrada 171, com grade em volta
Minha empresa capenga já vai soçobrar
Vamos sonegar
Imposto tão alto não dá pra pagar
Vamos sonegar
Tem gorjeta, tem taxa, não dá pra agüentar
Vamos sonegar
A lei é tão dura, como há de ficar?
O sócio político veio explicar
Vamos sonegar
E depois é só negar
O braço da lei não irá me pegar?
Vamos sonegar
E depois é só negar
Se a coisa pega tem que negar?
Vamos sonegar
E depois é só negar
E depois é só negar
E depois é só negar

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Frankendracullanpoe
Eis uma reflexão do autor do projeto Lovecraft e comentário do pessoal:
Lovecraft é um discípulo de Poe. A qualidade desses autores ultrapassa a literatura. São também mestres do realismo fantástico. Diferente de autores simplesmente fantasistas como H. G. Wells. A ficção baseada no conhecimento científico, conforme a concebe Jacques Bergier. Aventar ciências desconhecidas, postular o que é impossível do que depende do avanço científico-tecnológico. A ficção verossímil com ousadia que faz pensar.
O final do conto Manuscrito encontrado numa garrafa, de Poe, me chamou a atenção pela referência às entradas ao lado interno da Terra, tal como em Júlio Verne, que mais parece um cientista que expõe sua tese disfarçada de ficção pra escapar do apedrejamento científico. Quando traduzi O sabujo, de Lovecraft, me chamou a atenção a descrição do monstrengo, a ponto de fazer uma nota de rodapé:
Entrevista feita em Canóvanas, Porto Rico, por Lucy Plá e José Manuel Rodríguez, em 20 de março de 1996, a Madeline Tolentino Maldonado e a seu esposo, José Miguel Agosto, que alegam ter tido encontro visual com o famoso Chupa-cabra. Miguel disse que o viu mas não era caminhando, era como flutuando no ar, que as aletas não se moviam, como desafiando a gravidade e que emitia um zumbido como ssssssssss. Noutros relatos também se destaca essa criatura com asas vibrantes e zumbido vocal, características de inseto. É incrível como os relatos de Poe e Lovecraft não parecem ser inventados.
A obra desses autores é uma engenhosa combinação de ciência oficial com ocultismo autêntico e teses avançadas. É notável o fato que Poe e Lovecraft estão entre os raríssimos autores que abordaram a figura do vampiro fugindo do estereótipo. Outros autores da categoria são, por exemplo, Algernon Blackwood, autor do soberbo Os salgueiros, e Arthur Machen, autor de O grande deus Pã, que pode ser baixado aqui.
Também é muito interessante comparar O caso de senhor Valdemar, de Poe, com Ar frio, de Lovecraft. Ar frio parece ser uma reelaboração do conto de Poe.
Não sou muito leitor de romance ou novela. Meu gênero predileto é o conto mas minha estória predileta do Loveca é a novela Nas montanhas da loucura. Ler essa novela dá um prazer similar de se ler a prosa poética de Gustavo Adolfo Bécquer em seu Lendas (Leyendas), onde o sublime maravilhoso se descortina como a quem vai morar num novo planeta, cheio de mistério a desvendar, onde outra gravidade e diferentes luz solar e magnetismo levam a um estado de consciência alterado, acavalado entre a vigília banal e o estado onírico, misto de horror e maravilha, como em O Golem, de Gustavo Meyrink, um sucedâneo de Frankenstein, tão interessante quanto.
Estes são exemplos de textos quanto aos quais é cabível dizer
Quem não leu não viveu

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Escã de Joanco
Revisagem, restauragem e fotoxopagem de Che Guavira
A primeira estória é um candidato perfeito ao pior roteiro de quadrinho de todos os tempos
Master comics 124
Joanco sugeriu colocar a capa aqui, pra comparar, conforme informação de Nabil
Comentário de Nabil Helal:

Tochas Mágicas que representam momentos históricos da Democracia? Que se apagadas as chamas a Humanidade passa a ser contrária a própria Democracia? Isso é o roteiro? E ainda que o vilão é um selvagem pré-histórico cujo nome original é de um personagem de Robert E. Howard? Eis a história publicada originalmente em MARVEL FAMILY 67, de 1952.

Na história do Capitão Marvel Jr., ele acaba enfrentando um criminoso fantasiado chamado de Homem-Gato (que parece ter realmente uma cabeça de felino como sugeri seu nome original, Mancat). Curioso que a capa nacional veio da edição que tem essa história, MASTER COMICS 124, de 1951, trocando dois personagens da original para compôr a Família Marvel.

Obrigado pela oportunidade de ler essa raridade. Esse site é um achado. Valeu.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

32:53
Esta é pro pessoal que coleciona erro de continuidade nos filmes
Em As aventuras de Tintim 01-07 O caso girassol (L’affaire tournesol) um erro de continuidade na cena no camarim da soprano. Na cronometragem 32:53 minutos num cartaz está escrito Scala de Milano. Em 33:21 aparece Sclala de Milano.
33:21

segunda-feira, 7 de maio de 2012

PROMOÇÃO
Compres o livro O mundo fantástico de H. P. Lovecraft e ganhes outro livro
Ganhe + 1 livro
Quem já comprou ao menos 1 exemplar na pré-venda de O Mundo Fantástico de H. P. Lovecraft e ou para quem está adquirindo um agora, escreva um conto sobre o Necronomicon (ver detalhes em http://pt.wikipedia.org/wiki/Necronomicon) e mande a de3103@yahoo.com.br. O melhor conto receberá a antologia comprada + The private life of H. P. Lovecraft, um livro de memória escrito pela esposa de Lovecraft, Sonia H. Greene.
PROMOÇÃO
Ganhes + 2 livros
Esta é pra quem comprou e ou está comprando 2 ou mais livros O mundo fantástico de H. P. Lovecraft, além do livro citado acima se o conto for escolhido receberá também o livro: Lovecraft - A biography, de L. Sprague de Camp.
Ambos os livros desta promoção são livros raros!
Regras da Promoção
Escrever um conto sobre o Necronomicon (ver detalhes em http://pt.wikipedia.org/wiki/Necronomicon), que é um livro mágico presente na mitologia de Cthulhu, parte mais significativa da obra de Lovecraft. Pra tal escrever o conto no máximo de 1 página (se pode usar margem pequena), com fonte Times New Roman, tamanho 12 e salvo em formato .doc do Microsoft Word (não serão aceitos outros formatos como .docx, txt, rtf, etc...). Não se preocupar com ortografia. O determinante na avaliação dos trabalhos será a criatividade. Se o trabalho for  escolhido será revisado ortograficamente e publicado no sítio Lovecraft, além de ser enviado os livros ganhos.
Divulgação do ganhador e do 2º e 3º colocados
Próximo da data do lançamento do livro o ganhador será divulgado no sítio Lovecraft.
O segundo e terceiro colocados receberão um brinde-surpresa.
Um grande abraço a todos
Denilson

domingo, 6 de maio de 2012

Pra que nosso visitante saiba quem foi Lovecraft, sua importância, o que representa e o quão interessante são seus escritos, eis um artigo publicado na revista Planeta 28, de dezembro de 1974, da autoria de nada mais nada menos que Jacques Bergier, autor de O despertar dos magos (uma sumidade biografando outra)
O arquivo doc consiste na conversão, via OCR, das quatro páginas da revista, cujas figuras escaneadas estão no arquivo cbr junto ao .txt
Uma a uma são estas as página da revista:




sexta-feira, 4 de maio de 2012

quinta-feira, 3 de maio de 2012


● Uma crônica falou sobre a estranha proeminência do telefone sobre a pessoa. Que sempre se interrompe uma conversa quando toca o telefone. Parece que inconscientemente se tem a expectativa de que quem telefona seja mais importante do que quem está presente. E contou que uma vez foi se entrevistar com uma personalidade e a todo momento era interrompido por um telefonema. Não conseguia falar com o sujeito. Então se levantou, foi embora e procurou um orelhão na rua. Assim conseguiu falar com o tal sujeito. Mais de uma vez meu advogado me atendeu assim, a todo momento me fazendo esperar concluir sua conversa ao celular. Troquei de advogado. São novas modalidades de falta de educação, a serem inseridas nos livros de etiqueta. Com a generalização, ou melhor, banalização do celular surgiu uma nova modalidade. Nesta semana um vendedor da Net tocou a campainha pra oferecer plano. Quando abri o portão o sujeito estava falando ao celular. E ali fiquei naquela situação bizarra, diante do sujeito falando com outro cliente. Não fosse a novidade da situação e a idéia de escrever sobre isso e já faria o que farei nas próximas: Fechar o portão na cara do sujeito, pois a boa-educação é uma via de mão dupla.
Laranja-lima, todo-poderoso, mais exemplos do hífen que o pessoal não usa. Então pra quê reforma ortográfica?
● Diz que o vôlei foi inventado com a idéia de se criar uma modalidade sem contato, pra se evitar esbarrões, calçagem e demais faltas, que são difíceis de discernir. Então que tal se criar uma modalidade imune a erro de arbitragem? Seria interessante, pois uma das características mais desagradáveis, especialmente do futebol, é isso.
● Parece que decisões como aumento do salário mínimo ou queda de juro tem impacto direto quase nulo em nossa vida mas vejamos dois exemplos. Em 2000 e pouco eu e papai administrávamos uma casa grande de nossa parente, que tinha de ter empregada. Rita ficava feliz a cada aumento do mínimo mas logo expliquei que não é tão bom assim. Ela pensava que o aumento do mínimo era automaticamente aumento em meu salário também. Expliquei que nada tinha a ver. Expliquei que a cada novo aumento do mínimo mais domésticas demitidas porque cada patrão se exaure. Eu disse, jocosamente, que logo terei de complementar seu salário indo até sua casa pra passar fazer faxina e passar roupa. Mais tarde cozinhar e servir de babá. Logo a única saída será propor a volta da escravidão. O segundo exemplo é atual. Um amigo ia alugar, a um funcionário seu, uma casa minha cujos inquilinos saíram. Mas desistiu porque o dinheiro sumiu do mercado. Disse que as pessoas só estão comprando moto, carro, terreno e casa. Ficou evidente que é por causa da queda de juro. O pessoal acha que pode durar pouco, como a temporária diminuição do IPI que teve, por isso dá prioridade a compras daquele tipo. Tudo se acomoda mais tarde mas no começo é esse terremotinho.
Colaboração de Joanco
Enviado por não mais estar disponível no sítio original
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