Dezembro 2009 - Che Guavira - sítio literário

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Eis os 60 números da revista Kripta, almanaques e tal, que tenho. Algumas não fui eu quem escaneou, porque como alguém já o fizera, apenas conferi, repus as propagandas e até páginas faltantes.

Repito aqui as colaboradas a outros sítios porque alguns suspendem a página, fecham pra sócio... Uma zorra.

O último número é 60.

Almanaque de Kripta - julho 1977 [a conferir]

Almanaque de Kripta 3, novembro 1979 - Erótica

Kripta especial 1 - Sexo, terror, violência!

Superalmanaque de Kripta - Terror da infância

Superalmanaque de Kripta 1, abril 1980 - Humor negro

revista Kripta 01, julho 1976 - A doença lunar

revista Kripta 02, agosto 1976 - A noite dos dementes

revista Kripta 03, setembro 1976 - Marvin, o morto-vivo

revista Kripta 04, outubro 1976 - A coisa-morta

revista Kripta 05, novembro 1976 - A volta da coisa-morta

revista Kripta 06, dezembro 1976 - O vale das três colinas (Nathaniel Hawthorne)

revista Kripta 07, janeiro 1977 - Papai e Pi

revista Kripta 08, fevereiro 1977 - A prole da coisa medonha

revista Kripta 09 - março 1977 - Os demônios de Jedediah Pan

revista Kripta 10, abril 1977 - Os demônios de Jeremiah Cold

revista Kripta 11, maio 1977 - A múmia

revista Kripta 12, junho 1977 - O veleiro esmeralda

revista Kripta 13, julho 1977 - A prisão de tijolo amarelo

revista Kripta 14 - agosto 1977 - Fantasia de macaco

revista Kripta 15, setembro 1977 - Ao perdedor a morte

revista Kripta 16, outubro 1977 - Os crimes da rua Morgue (Poe)

revista Kripta 17 - novembro 1977 - O vampiro de nevada

revista Kripta 18, dezembro 1977 - A flor maldita

revista Kripta 19, janeiro1978 - Indústria sinistra (Bierce)

revista Kripta 20, fevereiro 1978 - Instinto

revista Kripta 21, março 1978 - A espada do demônio negro

revista Kripta 22, abril 1978 - A herança

revista Kripta 23, maio 1978 - Ortaa!

revista Kripta 24, junho 1978 - Sombra (Poe)

revista Kripta 25, julho 1978 - Surge o Demônio!

revista Kripta 26, agosto 1978 - Terror no cinema

revista Kripta 27, setembro 1978 - Cuidado com o click!

revista Kripta 28, outubro 1978 - Damien, a profecia II

revista Kripta 29, novembro 1978 - Uma mulher e um monstro

revista Kripta 30, dezembro 1978 - O fim de Archaeus

revista Kripta 31, janeiro 1979 - O cérebro do monstro

revista Kripta 32, fevereiro 1979 - Revelado o mistério de Francesca!

revista Kripta 33, março 1979 - A mais fina iguaria - por Che Guavira

revista Kripta 34, abril 1979 - Sexo e satanismo

revista Kripta 35, maio 1979 - O fim do machado

revista Kripta 36, junho 1979 - O último capítulo da múmia

revista Kripta 37, julho 1979 - O minotauro

revista Kripta 38, agosto 1979 - O que aconteceu naquela primavera?

revista Kripta 39, setembro 1979 - Os viajantes do horizonte

revista Kripta 40, outubro 1979 - Ele surge na lua cheia

revista Kripta 41, agosto 1979 - Do que tens medo¿ -por Che Guavira

revista Kripta 42, dezembro 1979 - Paz na Terra…

revista Kripta 43, janeiro 1980 - O ataque da horda de monstros

revista Kripta 44, fevereiro 1980 - Ada, a mulher maldita

revista Kripta 45, março 1980 - ...E virá uma grande escuridão

revista Kripta 46, abril 1980 - Alvorada de vampiros

revista Kripta 47, maio 1980 - O fim dos viajantes do horizonte

revista Kripta 48, junho 1990 - O anjo de Jaipur

revista Kripta 49, julho 1980 - Elas saem com a noite

revista Kripta 50, agosto 1980 - O terrível final do invasor

revista Kripta 51, setembro 1980 - O último feiticeiro

revista Kripta 52, outubro 1980 - Igualdade aos cadáveres

revista Kripta 53, novembro 1980 - A morte vem a galope

revista Kripta 54, dezembro 1980 - Feliz Natal

revista Kripta 55, janeiro 1981 - Viagem ao Inferno - por Che Guavira

revista Kripta 56, fevereiro 1981 - A guerra final! - por Che Guavira

revista Kripta 57, março 1981 - A morte vem do passado

revista Kripta 58, abril 1981 - A morte feliz

revista Kripta 59, maio 1981 - A casa do Diabo

revista Kripta 60, junho 1981 - último número - por Che Guavira

sábado, 12 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

canção - Capelinha de melão estendido.rar

Capelinha de são João

(Capelinha de melão estendido)

Mário Jorge Lailla Vargas

Capelinha de melão, é de são João

É de cravo, é de rosa, é de manjericão

São João está dormindo,

não me ouve, não

O balão vai subindo na imensidão

Tá na hora de acordar, acordar João

Capelinha de melão, é de são João

É de cravo, é de rosa, é de manjericão

O quentão também subindo

O sangue em ferveção

A fogueira crepitando, só fascinação

Essa morena tomou conta de meu coração

Capelinha de melão, é de são João

É de cravo, é de rosa, é de manjericão

A são João vou pedindo

Suplicando em oração

Alternando ora espera, ora ação

Moreninha povoando a imaginação

Capelinha de melão, é de são João

É de cravo, é de rosa, é de manjericão

Assim vou me despedindo

nesta composição

Fiz em verso, fiz em prosa

Fiz esta canção

domingo, 6 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Só se valoriza o que já passou?

Iazul! (tudo passa!) já dizia Malba Tahan. Tudo tem o auge. O irônico é que quando se está nesse auge dificilmente se percebe. Só depois, quando vem a decadência é que se nota que se estava no auge. Quando o auge passa as gerações seguintes só podem imaginar. Então, quem viu Pelé e Garrincha viu o auge duma arte. Não vi.

Estar no auge dalguma coisa é um privilégio muito grande, uma coisa rara. A idade áurea das revistas de ficção, de certo ritmo musical. A música dos anos 1960 e 1970, o carnaval da década de 1980... Cada um pode enumerar uma infinidade de auges, conforme sua cultura e inclinação.

Estamos diante dum, bem em nossa cara. Será que já se deram conta ou continuam dormentes?

Estou falando do futebol feminino de Marta, Cristiane, Érika e companhia. Seja no Santos ou na seleção.

Quem não pôde ver Pelé e Garrincha ainda não percebeu que tem o privilégio de ser contemporâneo da versão feminina deles? Ainda mais, que fazem coisas que eles nunca fizeram, como golear todos os adversários e ganhar um campeonato sem levar gol.

Não é fantástico? Pois então devemos dar valor agora pra quando esse auge passar não ficarmos só na nostalgia e na saudade.

É isso aí. Quando o artista é genial encanta até quem detesta sua arte. Palavra de quem detesta futebol.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

canção - Alecrim dourado -estendido

A folclórica canção Alecrim dourado. Mas é só isso? Então dei uma incrementada nela.

Alegrim

(Alecrim dourado estendido)

Mário Jorge Lailla Vargas

Alecrim, alecrim dourado

que nasceu no campo sem ser semeado

Foi meu amor quem me disse assim

que a flor do campo é o alecrim

Arlequim, Arlequim apaixonado

que apareceu no baile, fantasiado

Foi a Colombina quem disse a mim

que gosta, mesmo, é do Arlequim

Anequim, anequim tão bravo

que nada no mar sem ser domado

Foi meu professor que revelou, enfim

que esse tubarão tão bravo é o anequim

Manequim, manequim tão linda

que passou na rua bem a meu lado

É meu amor e me sinto assim

quando ela olha pra mim fico alegrim

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