domingo, 29 de março de 2015

Suas vidas e suas aventuras
Suplemento de Nosso amiguinho
~1966

Aves e animais 5 [em andamento]
Suas vidas e suas aventuras
Suplemento de Nosso amiguinho
~1966
Logo estarão os 8 volumes


Comentário de Joanco
Curioso!
Em O guri é chamado de Don Winslow
Em O lobinho é chamado de Don Rogers

Comentário de Nabil
Olá, pessoal. Obrigado por mais uma edição desse clássico O GURI. Vocês estão sempre de parabéns. Valeu mesmo.
Aproveito o espaço para falar um pouco das estórias que li até o momento:
O personagem SPEED SAUNDERS aparece aqui investigando o seqüestro de uma cantora cuja apresentação ele acabara de assistir. Na tradução ele ganhou o nome de SANDRO VELOZ e a estória foi publicada em DETECTIVE COMICS #38, de 1940, edição conhecida pela estréia do ROBIN nas aventuras do BATMAN.
Já o personagem ESTAMPA SECRETA se vê diante de sabotadores nazistas que estão juntando diamantes negros por onde passam, pois são úteis na fabricação de armamentos. Estória publicada em USA COMICS #08, de 1943. Um antigo personagem da MARVEL COMICS que é um simples garoto.
CAPITÃO AMÉRICA e BUCKY também enfrentam nazistas na estória, mas com o acréscimo de um aparente ser mitológico como ameaça: A Medusa. Curioso vermos STEVE ROGERS, o alter-ego do herói, fumando um cachimbo na aventura. Publicado em USA COMICS #06, de 1942.

Valeu, Nabil
Estamos curiosos pra saber donde tiras esse conhecimento enciclopédico. Tem uma enciclopédia dos quadrinhos? És um pesquisador do ramo?
Com a palavra os misteriosos Nabil, Nano Falcão e outros conhecedores quadrinescos.
 

Joanco
Outras curiosidades:
A mesma capa com personagens trocadas por gibis de editores concorrentes e brigados na época. Muitos anos depois fizeram a paz. O globo juvenil mensal, 10.1942 (Roberto Marinho) com Super-homem, Roy e Ás de Espada (personagens antigas) × O lobinho 24, 09.1945 (Adolfo Aizen) com Super-homem, Róbin e Batman.



O mesmo desenho da Mary Marvel, com pequena alteração na mão direita, usado em duas capas diferentes.
Dizem que os desenhistas dessas personagens possuem em seus arquivos milhares de desenhos faciais, mostrando raiva, alegria, tristeza, todas as expressões, enfim,  em varias poses.
O restante fica mais fácil. Dependendo do quadrinho,  basta escolher a expressão que mais se adapta.
Fica muito mais fácil do que desenhar a expressão na hora.
Será verdade?

 Che Guavira
Deve ter, principalmente pros novatos. Já que era propaganda política mesmo.
Mas não deve ser milhares


Diga-se de passagem: Quem adulterou a capa foi o Globo Juvenil, já que essa jocosa ilustração de insinuação um tanto fálica, foi justamente a capa de World's finest #7, publicada pela DC nos EUA em julho de 1942, e fielmente reproduzida por O Lobinho.

sábado, 28 de março de 2015

Aventuras de Marilyn Holmes, uma cruza de Marilyn Monroe e Sherlock Holmes. Cia não é companhia. É o nome da companheira de aventura.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Corrigido: Páginas finais invertidas
Enviado por Joanco
Faltam as páginas 26 a 39
Muito estranho o enredo do gigante abolicionista brasileiro
Um dos enredos mais minhoca, sem pé nem cabeça, que já vi

domingo, 22 de março de 2015

Solo la primera aventura es completa, y una viñeta de sobrinos del capitán
Muchas historietas, pero todo basado en continua en la semana que viene
Só a primeira aventura é completa, e um cartum de sobrinhos do capitão
Muitos quadrinhos, mas tudo na base do continua na semana que vem

sexta-feira, 20 de março de 2015

À coleção Adeene neles!


Na quarta fui, cum casal de amigos, ao Pão-de-açúcar. Inevitável comentar o contraste de ser considerado bairro nobre, com casas e fachadas caprichadas... Mas o asfalto a mesma coisa do resto da cidade: Todo remendado, feio, o carro trepida. A mesma droga do asfalto do Santo Amaro, por exemplo, ou da Moreninha, que é um bairro pra lá de feio. Um horror. Isso é bairro nobre? De que adianta ser falado como bairro nobre, os alienados moradores pagarem IPTU mais alto ainda, e ter a mesma porcaria de asfalto do resto da cidade? É bairro nobre no quê então? Tem conde, duque, marquês morando ali?
Em seguida uma passada no decadente Extra. Sabe aqueles locutores chatos, ue falam sem parar, anunciando promoção no alto-falante da loja? Pois é. Tem um assim no Comper Tamandaré. O som estava altíssimo, irritante, e o cara não para de falar. Ai que vontade de ir até lá enfiar uma rolha gigante na boca desses malas-sem-alça, sacos de fundo rasgado.
Já a caminho de casa almoçar no restaurante Comida & Companhia, na Ricardo Franco, perto do Comper Tamandaré. O dono imaginou que pôs som ambiente, um rádio mal-sintonizado, som alto, um chiado igual aqueles televisores antigos com emissora fora do ar: Chuuchsssschuuusschchchchc! E o dono se faz de bobo ao ouvir a reclamação.
Na hora de estacionar no ruidoso restaurante, um cliente saiu da loja cuma marmita na mão e entrou no carro. Fiquei atrás, esperando a vaga. O cara não saía. Ramão disse:
— Deve ser um daqueles que quando percebem que alguém quer a vaga ficam enrolado só de pirraça.
Ramão falou sobre isso noutras ocasiões, estacionando no atacado Fort. Em minha cabeça isso pode existir mas seria coisa rara, comportamento psicopata, próprio de idiotas como os que se divertem passando correndo em poça dágua pra dar banho em pedestre ou aproveitando a freada do ônibus pra se esfregar nas passageiras. Mas como a humanidade está super populosa já predomina comportamento anômalo típico de superpopulação. Após minutos esperando saí de trás do sujeito e estacionei na frente. Então saiu imediatamente.
Francamente. Comportamento emocionalista imaturo, tô fora. Prefiro mentalizar, ainda que meio fantasioso, um ambiente mais poético, como quando entre na lavanderia, e uma senhora logo atrás, falei pra atender primeiro a senhora.
— Sou adepto de Benito de Paula: Mulher brasileira em primeiro lugar.
Mesmo sabendo que mulher é um bicho maravilhoso e terrível.
Preparando a postagem da revista Roy Rogers estranhei que no enredo tinha um avião. Pensava que era ambientado no século 19. Joanco disse que é nos anos 1930.

terça-feira, 17 de março de 2015

Histórias e estórias
Em nossa era onde tudo é falsificado, inclusive história e tradição, as lendas são encaradas como invenção, fantasia.
Quando uma idéia ou informação se propaga como crença, e é falsa, se diz É mito, É lenda, É conto ou É conto-do-vigário. Mas lenda e mito não são necessariamente ficção. Gênero narrativo não está condicionado a ser verdade ou mentira.
Mesmo cientistas derrapam em seu método rigoroso e encaram as lendas no ponto de vista aqui-agora, mais presumindo que estudando. Por isso as lendas doutra era, com gente com outra mentalidade e outra necessidade são encaixadas em nossos parâmetros.
Alguns paleontólogos e arqueólogos reclamaram da mania dos colegas a todo objeto antigo atribuir característica de culto ou magia.
Antes da descoberta da radiatividade era inexplicável o funcionamento do Sol e das outras estrelas. Portanto a narrativa no Ramaiana, sobre uma flecha com o brilho de mil sóis era considerada fantasia.
A lavagem cerebral é tão consistente, que mesmo pessoas cultas tomam as lendas no sentido literal, quando deveriam ver alegoria.
Quando os deuses dos gregos, os heloim da Bíblia, criaram o ser humano pra trabalhar nas minas o fizeram com manipulação genética. Sendo híbrido: Gene dos primatas africanos com o gene divino, era estéril. Como era pra trabalho de mineração os primeiros eram homens. Como os deuses roubavam os humanos dos rivais, porque eram poucos, decidiram mudar o gene pra o tornar reprodutível. Então criaram as primeiras mulheres.
Por isso na lenda conta o que parece absurdo: O macho antes da fêmea, sendo que todo organismo primitivo é basicamente feminino. O macho é uma evolução.
Mas na Bíblia o macho foi criado antes. Inverteram o fato por machismo? Não, porque o ser humano não é produto da evolução. É uma exceção, um híbrido.
Imaginemos um povo da antigüidade, quase na idade da pedra, com vida pastoril, praticamente sem tecnologia e sem escrita. Como guardar um evento marcante, importante como o dilúvio, a torre de babel ou a criação do primeiro ser humano em tradição oral?
Com técnica de memorização.
A técnica de memorização ensina que pra algo não ser esquecido basta imaginar num contexto fantástico. Por exemplo: Pra se memorizar uma lista com pares de objetos basta fazer isso pra cada par. Assim pro par casa–cabelo se pode imaginar uma casa cujo telhado é uma cabeleira, se penteando. A técnica se baseia no fato de que o cérebro descarta tudo o que é banal, cotidiano, familiar, e guarda o insólito porque tudo o que foge do normal pode representar perigo. Então pra não esquecer algo basta associar a algo chocante, espantoso, absurdo, anormal. Não esquecer que o número da casa é 267? Imaginar duas meias pintando o sete.
Assim são as lendas, paradoxalmente frisando o fantástico pra memorizar o real. Por isso são cheias de bizarro, insólito, surreal.
Por isso o evento histórico dos gregos se infiltrarem entre os troianos com navio guerreiro disfarçado de navio mercante aparece na lenda como um cavalo de madeira com guerreiros escondidos dentro. Convenhamos: Os troianos não eram retardados mentais a ponto de recolher um objeto gigante suspeito de estar cheio de inimigos dentro. Mas como a história é sempre contada pelo vencedor, os troianos não puderam contestar.
Na tradição oral, ainda mais se for em forma de poema, não se pode detalhar muito. Por isso simplificação. O conto fica sintético, compacto, resumido.
Em vez de dois povos temos duas pessoas: Adão e Eva.
Não faz sentido um casal se reproduzir e dar origem à humanidade. Já nas primeiras gerações daria consangüinidade. Pior se tiveram só dois filhos machos. Pior ainda se só sobrou um. Com quem se casou?, se eram os primeiros humanos?
É óbvio que a lenda de Adão e Eva é uma alegoria. Os antigos preservaram o que puderam, na esperança que os humanos futuros saberiam ler nas entrelinhas. Não imaginaram que milhões de estúpidos acreditariam literalmente na lenda.
Como muitos que levam a sério uma sátira...
Quando os humanos, instruídos pelos titãs, criaram um foguete, os deuses, querendo manter a humanidade servil, sabotou o projeto. Então, poeticamente, a lenda fala que os humanos, ensoberbados (pois a Bíblia é partidária dos deuses) começaram a construir uma torre que chegasse ao céu. A sabotagem (tal qual os ianques infiltrando um sabotador pra fazer explodir a base de Alcântara, no Maranhão) poeticamente foi contada como uma confusão de idiomas que deu origem à diversidade idiomática no mundo.
Outro fator é que o povo inculto, de tradição oral, conta um evento, que mal compreende, com analogia a coisas que conhece. Não sabendo o que é foguete, coisa de seu passado distante ou te alienígenas superiores, fala em torre.
Assim Ezequiel, vendo um módulo de pouso, o descrevia como podia: Um querubim, com rodas dentro de rodas, que girava totalmente ao lado que ia ao mudar de direção, etc.
Quando um planetóide se aproximava, o meteoro da Carolina, que há 11 mil anos causou o mais recente dilúvio, a facção divina que queria eliminar a humanidade não avisou os humanos. Só se salvou uma elite, recolhendo o material genético de seu rebanho, fugindo numa espaçonave e voltando quando tudo se acalmou.
Milênios depois, como o evento seria contado por um povo sem tecnologia? Um humano escolhido foi avisado pra construir uma arca e embarcar nela um casal de cada espécie, pra repovoar o mundo.
Longe e ser uma chuva de 40 dias e 40 noites, o que pode parecer muito pro oriente próximo mas há lugares onde chove muito mais que isso e não se inunda, o dilúvio foi um cataclismo mundial. Ler O fim da Atlântida, de Otto Muck (independente de Atlântida ser verdade ou fantasia). A onda de choque da chegada do planetóide foi suficiente pra matar os que estavam num raio de milhares de quilômetros do ponto de impacto. Terremotos gigantescos e vagalhões que atingiam o cume do Himalaia. Nada a ver com a imagem estereotipada e pueril dos filmes onde um navio de madeira navega tranqüilamente como se numa piscina sob forte chuva simplesmente.
O mais constrangedor é cientistas, exploradores, escritores, falando sobre vestígio da arca no monte Ararate, pedaços de madeira que seriam da arca de Noé. Francamente! São mesmo cientistas?
Será que procuram também a touca de Papai Noel e as botas que Judas perdeu?
E os que fazem cálculo, pesquisam, teorizam seriamente sobre a estrela de Belém! Caramba! Podemos chamar de cientistas? Cientistas teólatras? Deveriam ter vergonha! Pois além das lendas verdadeiras existem lenas falsificadas, imposturas, como essa de Jesus. Lenda que já foi provada a falsidade. Ler, por exemplo, a trilogia de Robert Ambelain: Jesus, o segredo mortal dos templarios, Os segredos do Gólgota e O homem que criou Jesus Cristo. A ciência capenga muito porque é muito vasta e os cientistas desconhecem as ciências de seus colegas.
No artigo em forma de conto Churrasco de dinossauro, expliquei a falácia, a teimosia, dos cientistas no dogma de que a gravidade é constante. Dizem que tal dinossauro pesava tanto. Pesaria tanto hoje! Na época a gravidade era menor, por isso cresciam tanto.
Também tenho de sorrir amarelo os vendo procurar vida inteligente em planetas com condição parecida com a da Terra. Além de eurocentristas são antropocentristas!
Ora! Os nomos, os titãs dos gregos e leviatãs da Bíblia, seres anfíbios, vieram dum planeta aquático da estrela Sírio, e os deuses provavelmente dum planeta de baixa gravidade duma anã-marrom, ambos mais inteligentes que os humanos.
Os cientistas acham que pra desenvolver a inteligência é preciso observar as estrelas. Esse é um dogma presumido e falso.
PT é ruim?
Pois leiamos as seguintes matérias sobre o entreguista FHC e a quinta-coluna mídia brasileira:


O carimbo não foi apagado porque é da editora

domingo, 15 de março de 2015

Relatório 11
do emissário extraordinário, enviado espæcial XYZ ao planeta 3
Em missão urgente buscando inteligência
a dom Piqwỹ Lagarrr Urraur nã-Ữluarurr
governador-geral do sistema Altair
Os nativos do planeta 3 são mesmo engraçados. Acreditam piamente que nalgum lugar no céu, que não sabem onde, existe um velhinho de barba branca onipotente, onipresente e onisciente, que criou a tudo, e a quem vivem puxando o saco todo domingo. Na falta dum nome o chamam Deus, mas que seria muito bonzinho mas também terrível. Segundo os planeta3enses esse velhinho castiga os maus e premia os bons.
Às crianças reservaram outro velhinho de barba branca, gorducho e bonachão, chamado Papai Noel, não tão estapafúrdio mas com superpoderes suficientemente absurdos pra viajar num trenó voador puxado por renas e visitar cada criança boazinha, entrando na chaminé da casa e deixando um brinquedo numa meia pendurada na parede. Como consegue visitar bilhões de crianças numa noite ninguém explica.
Os adultos, que criaram Papai Noel, riem do fato das crianças acreditarem que existe, mas as crianças não podem rir dos adultos crendo no outro velhinho, ainda mais estapafúrdio, pois levariam tabefe.
Os adultos também acham graça das brincadeiras das crianças mas não acham graça quando alguém ri das brincadeiras dos adultos. As crianças parecem ser bem mais sensatas, pois encaram a brincadeira como brincadeira mesmo e sabem usar o faz-de-conta, enquanto os adultos chegam a ter ataque cardíaco torcendo por um bando de marmanjo correndo atrás duma bola, com objetivo de a fazer passar uma linha e balançar a rede. E encaram essa atividade com a maior seriedade, como se fosse coisa muito importante. Até gera mais dinheiro e discussão que arte e literatura!
Ainda mais que as crianças precisam da brincadeira pra desenvolver o cérebro em formação, enquanto os adultos, que não precisam mais disso, a deveriam ter como mero lazer.
Quando cresce, o indivíduo esquece que foi criança e fica ranzinza. Assim, em vez de desfrutar a vida se ofende com tudo e leva tudo a sério demais e não existe momento pra descontração, a não ser quando bebe.
A avareza tomou conta de sua personalidade. Por isso quando as crianças vão desembrulhar um presente não a deixam se divertir abrindo o pacote, porque querem reaproveitar o papel-de-presente pra fazer embrulho no natal do ano seguinte.
Em todo fim de ano as empresas fazem festim de confraternização, que seria a ocasião em que os que não conviveram no trabalho se conheçam, interajam. Mas na prática o que acontece é que cada um que chega, timidamente procura um conhecido de conhecido e ali se enfurna, formando panelinha. Assim o festim nada tem de confraternização, com cada grupo exatamente como era durante o ano.
Nessa tal confraternização fazem uma brincadeira de amigo oculto, que seria uma oportunidade de se fazer mil-e-uma brincadeiras e, claro, confraternização. Mas na prática ninguém se diverte. Tão condicionados a racionalizar estritamente durante o ano inteiro, cada um só escreve a quem tirou e responde a quem escreveu. A maioria não escreve nem responde. Criatividade zero. Só se pensa no presente e, olha a avareza de novo aí, gente!, se fica preocupado em dar um presente bom e receber um ruim. De modo que desperdiçam ocasião de se divertir muito porque não conseguem se livrar da camisa-de-força pragmática racionalista tacanha de durante o ano.
Oras bolas! Longe de ser tão infantil. Se quero tal objeto, o compro!
Outros, porque a bebida é grátis, bebem até cair. Esses ao menos divertem aos outros.
Assim, no dia-a-dia, são muitas as oportunidades perdidas de se fazer graça porque os outros não encaram a vida com bom-humor. Estão sempre apressados, ranzinzas, frustrados...
No planeta 3 o povo evita pôr como governante um pobre porque esse pobre quereria ficar rico e a tentação do poder seria muito grande. Mas quando põem um rico no poder esse rico quer ficar ainda mais rico. O que esse rico fará com tanta riqueza?, se já tem mais que o suficiente prà vida toda! É como alguém que tem 100 mil pares de sapato e acha que usará todos. Depois os herdeiros brigam pra abocanhar tudo, e o estado também fica de olho no que sobrou.
Ainda sem vestígio de inteligência no planeta 3.

terça-feira, 10 de março de 2015

À coleção Adeene neles!



Dynamic comics 17, 1941
https://www.mycomicshop.com/search?TID=342201
Interessante comparar o traço ao de O amigo da onça, personagem criado de Péricles de Andrade Maranhão (14 de agosto de 1924 - 31 de dezembro de 1961) e publicado em uma charge em primeira vez na revista O Cruzeiro em 23 de outubro de 1943
http://inepcia.com/2015/02/26/leite-vai-passar-a-ser-comercializado-com-simbolo-toxico/

Ciência confirma: sempre que alguém leva a sério uma notícia satírica apaga-se uma estrela no céu

Depois que na rede social uns quantos protestando e questionando a notícia. Mas está bem destacado no cabeçalho, que é um sítio satírico!
Algumas páginas avisam que apagarão comentário de quem comenta sem ler. Tudo isso é  sintoma de nossa era apressada, frenética, resumida, esquizofrênica, banalizada e contaminada pelo politicamente correto. A era dos idiotas da objetividade.

domingo, 8 de março de 2015

Suplemento-revista dominical de El espectador, Bogotá
Faltam as páginas 15 e 16
No exemplar, em papel, disponível faltam as páginas 435 a 450. No lugar estão repetidas as páginas 195 a 210.
Se alguém tiver, pode enviar escaneio, foto, fotocópia...
● O que aconteceu à pitsa de queijo? Tinha a 4 queijos, depois fizeram de 5. Agora tem de 6. Mas cadê os queijos? O que notei ultimamente é que não é mais de queijo e sim de creme. Uma descaracterização total. Há muito o tal catupiri é falsificado. A pitsa de queijo segue o mesmo caminho. Misturado a qualquer gordura é fácil fazer o queijo ficar cremoso. Sabe-lá que gordura trans, saturada e o quê mais põem nessas pitsas de falso queijo!
Queijo não dá mais pra comprar no supermercado, porque põem amido pra dar consistência. A dieta nunca funciona? É por essas e outras!
Ficou na lembrança uma linda propaganda, acho que da Coca-cola, que quando criança vi em 1972. Um casal de namorados adolescentes, cada um mordendo uma ponta da fatia de pitsa. Vão recuando e o queijo se esticando a não acabar mais.
Aquilo era pitsa de queijo!
Bom... Não me lembro ser era pitsa, sanduíche ou o quê. Mas que esticava, esticava!
Pitsa de creme não é pitsa de queijo, assim como bolo de fubá não é sopa paraguaia.
● A maioria da sopa paraguaia que se vende está mais pra bolo de fubá. Não se faz sopa paraguaia com fubá. Fica muito seco.
● Já falei sobre o creme travestido de queijo, o panetão que vai virando pão, da cerveja com gosto de soro de coalhada, do café-carvão, do quentão só-melado. Aonde vai a coisa? Uma falsificação sem-fim. E depois o Paraguai é que fica com a pecha.
Falando nisso: No lado de lá, em Ponta Porã, a galheta e a galheta-guaçu já vão ficando abrasileiradas! Que tristeza!
No supermercado popular não se acha bebida destilada sem açúcar, corante, caramelo, o diabo. Tem umas vodcas fuleiras, que deveriam ter a marca Vó Dica, fazendo par com o refrigerante Vô Kiko.
Vai ver que é por isso que tem a frase: Marca registrada de fantasia.
Pois é: A fantasia continua. Só que fora do Carnaval.
● Pois aqui na cidade tem uma cerveja ótima. É a Morena, com seus sabores morena-birra, morena bier, especialmente o de mandioca. Até entregam em casa.
9186-6963, Anderson

domingo, 1 de março de 2015

Livros recomendados
Obrigado pelos comentários, pois costumam primar pela qualidade
 
Agora entendes por que endeusar Bolívar e apoiar o separatismo?
 
Agora entendes por que não querem que se tenha bomba atômica e sutilmente se difama os militares? Implantaram regimes militares pra criar ojeriza aos militares, pacifismo pra desarmar a todos. Não reagir, ser bonzinho.
Não pode caçar, não pode ter arma de brinquedo, não pode se defender...
 
Se Dilma fizer o que tanto cobram, a elite não a derrubará como fez com Collor?
 
O problema do Brasil não é PT, este ou aquele partido. São as multinacionais, que mandam e desmandam.
Mas chegará o dia do ajuste de conta.
Existem pequenos países que são paraísos fiscais e um gigante que é o inferno fiscal.
Quem não pára de postar barbaridade, todo dia metendo o pau no governo, até encher o saco, está realmente exercendo o direito de crítica ou está sendo manipulado pela CIA?, cujo propósito é desestabilizar uma nação que não é mais seu capacho.
 Agora entendes que meter o pau nos militares só interessa a eles?
Sabes o que significa o trecho do hino nacional Paz no futuro e glória no passado?
O império do Brasil era uma potência. Ocupou Montevidéu e Buenos Aires, expulsando o ditador Rosas, venceu o Paraguai, ajudou o Chile a vencer a coligação Peru-Bolívia, anexou o Acre. Três países sul-americanos devem sua independência ao Brasil: Paraguai, Uruguai e Chile. Paraguai e Uruguai seriam anexados pela Argentina, e Chile seria trucidado pela aliança Peru-Bolívia na guerra do Pacífico.
O Brasil sempre se comportou com ética no plano internacional. Nunca chamou os desunidos vizinhos de republiqueta das bananas, não foi anexando tudo a qualquer custo, com guerra de conquista, pra chegar ao Pacífico. O exército não exterminou índio nem bisão deliberadamente. Ao contrário. O lema de marechal Rondon era Morrer se preciso for. Matar, nunca!
Não que queiramos um Brasil belicoso, ou seja um saudosista da era de Caxias, ao estilo pracinha da FEB. Aquela era a mentalidade e a circunstância do século 19, e o Brasil era pujante pra sua época, não o Brasil republicano, minado pela Maçonaria. Lembrar que em 1800 no Brasil havia mais indústria que na América do Norte.
E o que dizer do Brasil republicano? Virou este gigante abobalhado que vemos. Até a era FHC o país foi capacho de Estados-Unidos. Somos um país que comparado a seu potencial é uma piada mas conta piada de português, onde tudo o que tem no supermercado é falsificado mas o falsificado da piada é paraguaio.
Não é xingando a presidente e difamando os militares que construiremos o Brasil pra valer. Enquanto dermos olhos e ouvidos a notícias falsas continuaremos patinando.
Não acreditemos no que se noticia, pois a imprensa está quase toda nas mãos de sionistas.
Então, não dar ouvido a crises-ficção.


● Na sexta, ao estacionar no pátio do Comper da Tamandaré (aquele que pensa que é hiper) cum casal de amigos, a mocinha, motorista do carro ao lado, jogou um copo descartável da janela. Eu disse:
— Não jogues lixo no chão!
— Á! Mas aqui não tem lixeira!
Respondi na bucha!
— Espero que ninguém reclame que não tem banheiro!
E saiu repetindo o refrão, Não tem lixeira! Mas que passou vergonha, passou.
Exquisito é vocábulo castelhano. Em português é esquisito, com significado oposto. Certo? Errado! Exquisito é palavra da língua portuguesa também, com o mesmo significado do castelhano: Fino, requintado. Esquisito e exquisito são homófonas, tal qual o par esperto e experto. Experto é especialista, experiente, destro na matéria. Ocorre que com a falta de uso o vocábulo tende a desaparecer. A culpa é da falta de cultura, da ignorância, dos burros que usam expert, vocábulo inglês, mesmo tendo o vocábulo português, como slogan, bacon, selfie, canyon... Vá ter mau gosto assim no quinto dos infernos! A ignorância é tanta, que põem vocábulo estrangeiro no dicionário, o que é um absurdo. Experto segue o mesmo destino triste de exquisito. Que pobreza!
As reformas ortográficas costumam simplificar mas têm o efeito colateral de empobrecer o idioma. Por exemplo, abrolho é uma vegetação e se escrevia abrôlho. Portanto o arquipélago de Abrolhos não é abrólhos e nada tem a ver com abre-olhos, que é uma invenção.
O significado de abrolho, segundo o dicionário online de português (É de lascar, mas é esse mesmo o nome do dicionário! Se vê como a praga se alastra. E, como expert, também está no dicionário do (arre!) Word!): sm Planta rasteira e espinhosa da família das rutáceas. Ponta ou pua do fruto dessa planta. Sm plural: Espinhos, estrepes. Escolho, recife. Figurativo: Dificuldade, amargura: Vida cheia de abrolho.
Idem extra (êstra, que está virando éstra).
● Olha a gata Christie, como é folgada:
 Se eu demorar pra postar, já sabeis o motivo
 O bom é que não apareceu mais rato
 Por enquanto não derrubou o telefone aí
Farei um tamborim pro carnaval...
Ai, não...
 Já falei que não quero minha filha andando com maloqueiro. Aquele gato que parece o Frajola. Depois fica falada na vizinhança e o sujeito nem paga pensão.
  Na próxima encarnação quero ser gato