terça-feira, 21 de março de 2017

Enviado por Márcio Rodrigues

À coleção Adeene neles!

Seborga - Exibicionista

Batoré - Catuí

David Brasil - Dilma Roussef

 Gilberto Gil - lutador MMA


Laura Branigan - Shanya Vaughan


Fórmulas pra calcular a área dum triângulo
1 ● Tendo a base e a altura
base b, altura h
A = 0,5bh
2 ● Tendo os três lados
Lados a b c
Perímetro, p = a + b + c
Semiperímetro, s = 0,5p

3 ● Tendo dois lados e o ângulo entre eles
Lados a b, ângulo θ
A = 0,5absenθ
4 ● Tendo três pontos
(x1, y1), (x2, y2), (x3, y3)


5 ● Tendo três equações de reta
y1 = a1x + b1, y2 = a2x + b2, y3 = a3x + b3

[As cores são pra melhor contraste visual]
6 ● Tendo um lado e seus dois ângulos
Lado a e seus ângulos θ e φ
    
     a²tanθ
A = ————————
        2(tanθ - tan(π - φ))


Se fazes propaganda duma coisa que não sabes se é verdade, só porque pagaram pra dizer que é bom, então és um mentiroso, um farsante, um sem-vergonha e um criminoso. É preciso acabar com essa imoralidade, irresponsabilidade de indicar algo insinceramente.
Atores, apresentadores, programas e emissoras que cometem ato de má-fé e irresponsabilidade ao fazer propaganda dum produto que não sabem se é idôneo.
Se a celebridade ganhou uma nota-preta pra louvar um produto, tem de pagar o preço, sofrer a conseqüência de eventual escândalo. Ainda mais se não consome e afirma que consome. Não pode ficar tudo por isso-mesmo.
 Quem o faz é responsável, assim como quem oferece estacionamento restrito aos clientes é responsável pela segurança do automóvel estacionado ali mesmo que ponha placa dizendo que não é.
A propósito: Estacionamento pra cliente. Sujeito a guincho. Já viste algum sendo guinchado? Quantos guinchos vês na cidade?

Coleção de cartão-postal de Joanco

 
 


sábado, 18 de março de 2017

Mais um número do clássico gibi terrorífico com estória de excelente enredo.
Apesar de 1991, muito tosca a diagramação dos balões. Predomina o abuso de exclamação e de reticência.
O letreirista tem compulsão a usar reticência, que deve só ser usada quando se trata de reticência. É comum em letreiristas de quadrinho e escritores esses vícios de linguagem, uns com mania de suspensão (:), outros de reticência (…), !, ? e () espaçados e ou múltiplos e muitos outros vícios de quem tem pouca intimidade com a arte de escrever.
Editei as reticências e parte da diagramação de recordatório e balão.
O clássico terror cheio de clichê e estereótipo mas com muita criatividade no enredo.
Vale recordar a explicação do parapsicólogo padre Oscar Quevedo, de que quando um morto se vinga de seu matador não é ação do morto mas sim do medo inconsciente do matador, se sabotando, pois se tal vingança do Além existisse seria uma profusão insuportável de regresso de morto, vingança de inimigos mortos na guerra e presas abatidas na zoosfera.

20 revistas Columba
Enviadas por Alfredo Illescas
Correspondente peruano
Subidas pra, quem teve dificuldade em baixar o lote, baixar separadamente

 
Ramão e Emiliana passaram o Carnaval em Bom Jesus da Lapa. 30 horas de viagem em ônibus, o mesmo que em avião ao Japão.
Na foto uma subida na pedra, um mirante. Emiliana não subiu porque escorregava.
Ramão contou que achou repugnante a carne dali. Escura, fedida, passando do ponto. Um sistema antigo. Fica exposta, em precária condição de conservação. E muita mosca. E a gozação do pessoal, de que ficou vegetariano na viagem.
A lenda da fundação do local diz que o ourives e pintor português Francisco Mendonça Mar em 1688 foi encarregado de pintar o palácio do governador-geral do Brasil, em Salvador, então capital colonial. Em vez do pagamento recebeu cadeia e açoite. Então, vagando no sertão, descobriu o futuro santuário após enfrentar fome, calor e índios antropófagos.
Se conta até que viveu cuma onça numa gruta.


Coleção de cartão-postal de Joanco
 

terça-feira, 7 de março de 2017

  
Enviado por Márcio Rodrigues
Corrigido erro de conexão
  

O sudoco mais difícil do mundo
Esta configuração mais difícil foi criada pelo cientista matemático finlandês Arto Inkala, cum programa específico pra isso.
A estrutura nada mais é que cercar tudo. Os números-base estão dispostos de modo que não se pode encontrar n mútuos exclusivos de ordem n, pra pôr o primeiro número. A estrutura é montada de forma tão engenhosa, que sempre fica algum em duplicidade.
Como não se pode achar uma casa no método n mútuos exclusivos de ordem n, a única solução seria criar outro método como uma relação matemática entre as casas ou outra propriedade interessante. Tentativa-e-erro viola o espírito-da-coisa, pois no sudoco não se pode chutar. Não se trata só de resolver, mas resolver com método, com lógica.
Criar um programa de computador pra solucionar, qualquer um que saiba programar o pode fazer, mesmo em basic, mas sudoco é passatempo, quebra-cabeça. Então não vale tentativa-e-erro nem programação iterativa.
 
Vejamos, por exemplo, no terceiro quadro, onde só tem o número 2. Por pouco não deu um mútuo exclusivo de ordem 3. Nos quadros marcados com estrela, cada um pode ser 1, 3 ou 6, mas não é exclusivo quanto a 1, pois os marcados com travessão também podem ser 1. Se houver forma de garantir que o 1 dessa linha está fora do quadro, teríamos a exclusiva. Mas mesmo assim essa exclusiva não propiciaria preencher um número nesse quadro.

Coleção de cartão-postal de Joanco


sexta-feira, 3 de março de 2017

Segue a postagem das edições especiais de Planeta

Enviado por Márcio Rodrigues

Em Campo Grande, quero dizer Buracópolis, tem a avenida Tamandaré.
Tamandaré é um município de Pernambuco, Almirante Tamandaré é um município do Paraná, e Almirante Tamandaré do Sul é um município do Rio Grande do Sul.
Quem sabe o que é Tamandaré?
Alguém diria que foi dada à rua o nome do almirante Tamandaré, Joaquim Marques Lisboa, herói nacional, patrono da marinha e cujo nascimento, 13.12, é o dia do marinheiro.
A resposta ainda é superficial. Marquês disso, conde daquilo, toma sempre uma palavra existente.
Então o quê é Tamandaré?
Tamandaré é o nome do noé tupi.
Quando, há 11.500 anos, caiu o meteoro da Carolina, um planetóide que causou o dilúvio universal, um cataclismo espantoso que exterminou mais de 90% da humanidade, os sobrevivente espalhados no mundo cultivaram a tradição dum patriarca sobrevivente. Cada povo tem seu noé.
Os noés do mundo
Atrahasis ● O noé babilônio
Bochica ● O noé chibcha (ou muísca)
Deucalião ● O noé grego
Dwifah ● O noé celta
Maniboxo ● O noé dos pele-vermelha canadenses
Manoa ● Água de Noé (Ma-Noa)
Nalá (a esposa é Neua) ● O noé mexicano
Nnu ● O noé egípcio
Noa ● O noé amazônico. Manoa (Ma-Noa, água de Noé), cidade desaparecida da fronteira Brasil-Venezuela, na serra Parima.
Noé ● O noé hebraico (Noah)
Nuá ● O noé majagongue, Brasil
Nu-U ● O noé havaiano
Nu-Wah ● O noé chinês
Pokawo ● O noé delauer, América do Norte
Tamandaré ● O noé tupi e guarani, Brasil e Paraguai
Tapi ● O noé asteca
Tepixtle ● O noé huichol, México
Utnapistim ● O noé acadiano
Xisutro ● O noé caldeu
Yima ● O noé persa
Zeu-Kha ● O noé patagão
Zucutahuie ● O noé pareci
Zuizudra ● O noé sumério
  

Uma das propagandas de refrigerante da década de 1950, esta da postagem de Papai Noel 21.
É antiga a enganação
A bebida não é saudável e não é feita de guaraná, e sim de corante-aromatizante artificial
Se fosse de guaraná seria pior que energético. Quem bebesse ficaria com overdose de cafeína.

Coleção de cartão-postal de Joanco

 



quarta-feira, 1 de março de 2017



O prefeito fala sobre os buracos:
— Os buracos não são tapados porque o material pra isso foi usado pra fazer quebra-mola. Não entendo qual a diferença entre ondular encima ou embaixo. Da mesma forma o carro tem de se deter. O buraco é nada mais que um quebra-mola negativo. Em vez do carro subir desce. É até mais seguro, porque se estiver correndo muito não tem perigo de voar. Eu até tirava a saudade da onda na praia com o quebra-mola, agora mato a saudade de mergulhar quando a onda vem.
Coleção de cartão-postal de Joanco




domingo, 26 de fevereiro de 2017

Kyle & Paula
Mas melhoremos a foto, porque hoje é Carnaval:
Mário & Paula
https://www.youtube.com/watch?v=3kIHynjiXto
Muito divertida e instrutiva a série do canal de Paula com brincadeiras em torno das diferenças culturais, que já citei na postagem anterior.
Não fui o único a confundir o nome. Como naquela clássica do Trocando de biquíni sem parar (tocando BB King sem parar), ou a minha da era Abba, quando escrevi o pedido que mamãe levou pra comprar o disco, I red a three (I have a dream), e o vendedor entendeu (Deve ter sido uma gozação na loja)! Ficou coçando: Esse nome dá uma marchinha carnavalesca! Taí, Taiz:
Marchinha do Caio
É Caio
É Caio!
Mas onde foi que o Caio caiu?
[bis]
Ameruiquénou com nome de Caio
Não caio, não caio!
Nessa pegadinha caiada hoje não caio
Trocadilho manjado do caio-não-caio
Na pegadinha malvada do Caio não caio
É Kyle
É Kyle!
É você que não sabe ouvir!
Caile?
O quê cai-lhe
O quê cai-lhe?
Quê nome é esse, que nunca vi?
É Cáil, não Caio!
Limpa a zureia pra podê ouvir!
Cai Caio, Cai alho, cangalho, quê galho
Levou pau da Paula
De paulada a paulada
Esse Caio é o rei do baralho
[bis] [tris]

Coleção de cartão-postal de Joanco


sábado, 25 de fevereiro de 2017

A linguagem tem de ser depurada. A revista usa muito a forma O que é que tem isso? Em vez de O quê tem isso? De modo que é uma profusão de o que é que.
Por exemplo, neste número, no conto Ultraviolento, o enredo predomina entre três personagens: Floriano Slappey, Mórbido Watkins e Willie Grease. Ora diz Floriano Slappey, ora Floriano, ora dom Slappey. Noutros casos, além dos nomes, alterna referência com o psicólogo, o chinês, etc. É ruim pro leitor, pois é mais cansativo e confuso. O certo é apresentar as personagens com o nome completo e então padronizar. O uso doutra forma de referência, seja ou não mais formal, quando é diálogo, a forma que outra personagem usa.
Não sei se o autor ou o tradutor, mas a barafunda dessa múltipla referência nominal faz com que a redação se confunda, não sei se obra do autor, do tradutor, e no meio da trapalhada o revisor. Na tradução ao português, em papel:
[…] Mórbido e Watkins contaram o ganho […]
Tem de ser Mórbido e Willie (ou Walkins e Grease), porque Mórbido e Watkins são a mesma pessoa!
Além de ser tremenda desarmonia estética se referir aleatoriamente às personagem com o nome, ora sobrenome, ora ambos. E citando duas na mesma frase, uma com o nome e a outra com o sobrenome, e trocando o sobrenome da segunda pelo do primeiro.
Outro problema de tradução são as medidas. Não faz sentido o tradutor não converter medidas como pés, milhas, jardas, polegadas, etc, ao sistema métrico. Acontece até o absurdo de apresentar temperatura em grau farenaite.
Neste número datilografei quatro páginas porque a impressão em papel nelas está muito ruim, não obtendo boa leitura do OCR.
Comunicado de la NASA: 3 Exoplanetas habitables, uma farsa. Mas precisa dizer exo? Também vi manchetes tipo extraterrenos doutros planetas. Dizer exoplanetas é como dizer países estrangeiros.
● Os apocalipsismaníacos disseram que Obama seria o último presidente, que o de 2016 seria o último natal, que a tal Elizabete a última rainha, que o atual seria o último papa… Ainda bem que ninguém disse que este é o último carnaval.

Novo blogue de gibi hispânico, de Hasieran
Micos de brasileiros na visão dum ianque (e outras diferenças culturais)
Disse que lá estranham ver brasileiro tirar foto de esquilo, pois é apenas um rato. Bom… Capivara também é um roedor. Aqui ninguém hesitaria em fotografar as araras, dizendo que é apenas um periquito. E quem fotografa esquilo pode o fazer pra mostrar à sobrinha ou ao neto, que só conhece o Tico & Teco.
Que ianque não escova dente depois do almoço e não consegue comer pitsa em guardanapo sem comer o guardanapo. Fez lembrar que em Londres servem batata frita embrulhada em jornal.
Disse que não tem restaurante bom na praça Times. Pela cara que fez o entrevistado, Kyle, que antes ouvi Caio, o Olive garden é uma droga.
Faz lembrar o povo que pensa que Ferrero Rocher é bombom chique. Também o que Vera A Buck contou no livro Histórias de mar, a droga que é ir ao Taiti.
Muito legal o papo sobre diferenças culturais.

Coleção de cartão-postal de Joanco



domingo, 19 de fevereiro de 2017

● Drácula não se originou do príncipe Vlad Dracul (Dracul, em romeno, dragão e também Diabo), apenas o nome. A personagem saiu da epidemia de vampirismo (Que os racionalistas exaltados insistem em rotular como superstição) que grassou na Europa oriental no século 18, causando um fascínio que dura até hoje. O drácula real era um príncipe romeno, não conde, e nunca poderia ser um vampiro póstumo, pois foi decapitado pelos turcos.
● Já falei muito sobre a esquisitice do caráter típico do campo-grandense. Ramão, também nascido aqui, pensa o mesmo. Muitas vezes discutiu com amigos, parentes, conhecidos e desconhecidos, sempre criticando a pouca educação e nenhuma cultura do povo daqui. Uma vez contou a mim:
— Campo-grandense só fala com quem já conhece.
— Pois é. Então como conhecer quem ainda não conhece?!
— Aonde a gente vai ou está e chega um, o povo não dá bom-dia. Muitas vezes a gente diz bom dia! e a pessoa não responde. Até olha com cara feia. Só falta dizer Tens a ousadia de me dar bom-dia? Nem te conheço!
— Falta não. Quando eu era criança, 1973, tinha nove anos, recém nos mudamos à vila Alba, que era um fim-de-mundo, os casebres do BNH, na frente uma mureta de 1m de altura, de cibloco. Eu brincava na calçada quando passou uma senhora de cerca de 60 anos. Eu disse bom dia! Parou e embrabeceu: Que negócio é esse de bom-dia? Por acaso me conheces?, pra dizer bom-dia. Chames tua mãe, pois quero saber. Saí de lado e a doida foi embora.
● Eis uma série documentário criminal sobre delitos em aeroporto. Aqui casos em Lima. Gente pega [pêga] tentando passar droga. É chocante. Mas é um exemplo do que já croniquei. Vejas como são belas as peruanas, dão de 10x0 nas atrizes dos CSI:


Coleção de cartão-postal de Joanco
 





quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

● Eu estava sentado numa sala-de-espera. Numa mureta na parede em frente, a alguns metros, uma garrafa vazia que supus ser de uísque, com o nome aparentemente alemão em letras góticas. Como sou míope não distinguia direito o nome. A figura parecia uma caveira do protótipo do álien cinza, de cabeça oval, mais largo no alto e fino no queixo. Pondo o óculos vi que era ilusão ótica. Na verdade era um cervo, rena ou alce com grande galhada. O nome é Jägermeister (caçador-mestre).
Então pesquisei na internete. É um licor composto por 56 ervas. Diz que é a nona bebida mais consumida no mundo.
Conta a lenda que Huberto era um dos melhores caçadores de sua época. Impiedoso e sistemático, ao entrar na mata se deparou cuma figura lendária: Um cervo branco com enormes chifres reluzentes e uma cruz entre os chifres. Na verdade tal cervo sem a cruz pode ser chamado de gamo-rei ou espírito-da-floresta, tanto que aparece até no filme Branca-de-neve e o caçador. Ao ver o veado sagrado, se converteu ao cristianismo. Após a morte se tornou santo Huberto, o caçador-mestre. Depois de escolher o nome foi a vez do lema, que seguiria o mesmo pensamento: A imagem do cervo eminente, tal qual uma carranca na proa, estampa as garrafas até hoje. https://www.papodebar.com/conheca-o-jagermeister/
O cervo branco fantasmagórico é uma personagem recorrente no lendário terrorífico. Em muitas lendas e contos aparece o cervo branco, que engana e desgraça o caçador, mesmo nosso Anhangá, raiz tupi, em guarani Anhá, de Anhangüera, o que tem parte com o Diabo.
 Está explicado porquê é uma bebida tão exitosa.
● Sobre o mau-gosto do Abba, ou dos produtores. Era um grupo cujos componentes tinham base muito sólida de conhecimento musical, mas como visava o público mundial era muito brega. Gosto 50%.
Um vídeo iutúbico sobre a Suécia disse que o vestuário do grupo era propositalmente brega pra não ser imitado pelo público sueco, pois isso geraria cobrança de imposto. Coisa das leis deles lá. Sei-lá.

Mais capas erradas

Português esculhambado já é ruim. Quando tem erro no índice é pior. Mas erro na capa é de lascar. Como nas placas e cartões, se imagina que o processo passa nas mãos de várias pessoas. Nenhuma aponta o erro?
Quando vejo um erro na conexão dalgo pra baixar, raciocino logo que com tanta gente que baixa, inevitavelmente alguém avisará e logo poderei voltar e estará corrigido. Mas os dias passam e tudo fica como está. A explicação é a simplesmente a nada simples psicologia humana. Se tenho esse comodismo onipresente tipo a expressão indignada Alguém tem de fazer alguma coisa!, os outros também. É o mesmo fenômeno do garoto talentoso, cujo professor, parentes e amigos vaticinam um futuro brilhante. Mas esse êxito nunca chega porque um potencial mecenas acha que há muitos outros mecenas, portanto inevitavelmente um caça-talento o descobrirá.


Quando é algo tipo na base de, não tem crase: Pagamento a vista (Basta comparar com uma versão em masculino: Pagamento a prazo, não ao prazo), fogão a lenha (Fogão a carvão, não ao carvão), barco a vela (Barco a dísel, não ao dísel), trancado a chave (Trancado a trinco, não ao trinco), desenho a mão, grifo a caneta (Grifo a lápis, não ao lápis), atentado a bomba (Atentado à bomba, só se a bomba for a vítima), assalto a mão armada (Idem), levado a força (À força, só se for levado aonde tem uma tal de força) pintura a óleo…

 

A capa do filme diz Canibais humanóides ululantes demoníacos. Vendo a figura penso Se são canibais, então comem os de sua espécie. Então é filme de terror pra eles. Não pra nós. É como a piada do filme de terror pra frango, um bando de frangos no cinema, vendo uma cena daquela máquina giratória que assa frango, a famosa televisão-pra-cachorro. Mas o filme CHUD é sobre humanos, contaminados por lixo tóxico, por isso convertidos em monstros antropófagos. Se são antropófagos, sejam o quê forem, são terror pra nós.
Então se o adeene foi alterado, virando outra espécie, se são antropófagos não são canibais.
Se o adeene permanece humano e são antropófagos, são canibais.
 
 Na capa desse número de Margarida puseram estelas em vez de estrelas. A página onde começa o referido conto o confirma.


Pois é o que acabei de falar: Autor, editor, revisor, capista, etc. Ninguém sabe a diferença entre pedólatra e podólatra? Ou seja: Entre os prefixos pedo e podo? Pior só aquele do contos peruanos.
Aqui posso errar, pois toda minha equipe é composta por Eu, mim e me. Mas numa equipe, passando vários estágios, ninguém percebe ou não se atreve?




Já falei sobre esse típico português-de-jornalista doendo bem na capa.
Uma vez é busca pelo, noutra tascam um busca de, em vez de busca ao.
Do avesso, pelo avesso, em vez de ao avesso.
Tão arbitrário e desarmônico e dolorido quanto os arbitrários à noite, de dia, pela manhã.
Vícios que ocorrem também em castelhano.



Coleção de cartão-postal de Joanco