domingo, 4 de dezembro de 2016

Em 2010 postei No episódio de Frajola e Piu-piu Visita ao hospital (Greedy for teety) há um erro de continuidade: No início o cão está com o pé esquerdo engessado. Depois aparece o direito.
O mesmo erro de continuidade aconteceu nesta tira de Condorito: Primeiro o pé amputado é o esquerdo. Logo em seguida é o direito.

 
Aqui Condorito vendo Mancha Negra

Veio à cabeça a identidade do nome da aerolinha, Lamia, com lâmia, o demônio da mitologia grega:
Em 2013 um avião da LAM (Linhas aéreas de Moçambique) caiu na Namíbia. Um relatório provisório das autoridades namibianas que investigam as causas da queda do vôo TM-470 das Linhas Aéreas de Moçambique, em novembro de 2013, na Namíbia, reafirmou a teoria de suicídio do piloto.
Também em 2013 o caso do suposto suicídio da canadense Elisa Lam, 21 anos, encontrada morta numa caixa dágua dum hotel de Losângeles.
Sempre se procura, ao dar nome a criança ou empresa, não só um nome bonito e recordável mas também de bom-agouro no inconsciente coletivo.
Então por quê se usa o nome Mara?
Na Dinamarca a mara era uma malvada mulher vampiro que rondava durante o dia com aspecto de ser humano. Se enamorar dela era fatal, já que se tinha sensação de sufoco e estrangulamento, como se mãos de primitiva força rodeassem a garganta. O único meio de ver a forma humana da espectral mara era se deitando de costas, empunhando una faca com a mão descansando no peito e a ponta a arriba. Quando o espectro adotava forma humana, a ponta da faca se cravava no corpo da mara, quem, espantada, fugia.
No budismo, mara é o oposto a Buda: Buda representa a iluminação. Mara é a ilusão, personificado como o demônio Mara.
Mara ● Nos compostos traz sempre a idéia dalgo ruim, mau, que não presta, mas sem dar lugar, na mor parte dos casos, à tradução. Isso acontece, disse o velho Quenomo, pajé cabéua, porque Mara foi gente ruim, e tudo que dela sair só pode ser ruim, mau imprestável. Na lenda, Mara é a filha dum pajé que, aprendida a ciência paterna, a usa pra fazer o mal. Por isso o pai a matou, pra evitar empestar o mundo com a descendência. Mas a tarefa não foi fácil. Sabendo a intenção do pai, conseguia sempre se escamotear. Depois de muito lidar conseguiu a matar afogada mas não pôde impedir que na ânsia da morte a baba dela originar algumas ervas más, que servem pra fazer maracaimbara, feitiço. Noutra versão Mara se casou e o marido a matou. ● Stradelli 514, Vocabulário da língua geral.
Câmara Cascudo - Dicionário do folclore brasileiro

Coleção de cartão-postal de Joanco









sábado, 3 de dezembro de 2016

Quem está escondido na mata?

Resposta:

 
Cada funcionário tem o patrão que merece
Será?

À coleção Adeene neles!
 
Antonove

A linha de Tordesilhas pode ser vista da Lua

Frandogã


Arquivos salvos do extinto sítio Usina de palavra
A ex do dono do antigo sítio campo-grandense Usina de palavra (Não confundir com o Usina das palavras, que ainda existe, nem com o Usina de palavras, produção e evento, de São Paulo), repentinamente extinto, disse a mim que muito escritor perdeu seus textos por causa da extinção do sítio, pois não tinha cópia.
Como eu salvava os arquivos que gostei ou que deixava pra ler depois, tenho uma pasta com esses textos.
Pode ser que teu texto perdido dalguém esteja aqui.
Boa sorte!


Coleção de cartão-postal de Joanco

 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Relatório 13
do emissário extraordinário, enviado espæcial XYZ ao planeta 3
Em missão urgente buscando inteligência
a dom Piqwỹ Lagarrr Urraur nã-Ữluarurr
governador-geral do sistema Altair
Os nativos do planeta 3 são mesmo muito estranhos.
Por algum ignoto e insondável mistério do psiquismo cultural, têm a incrível superstição que as crianças não podem saber algo sobre o processo reprodutivo. Recentemente o sistema educacional decidiu enfrentar esse tabu e criou uma matéria chamada educação sexual. Sei que tu, nosso governador-geral, não acreditarás, mas aconteceu que às crianças estão ensinando todo tipo de perversão, enquanto o ato natural continua sendo visto como imoral!
Outra coisa estranha são os aquedutos do planeta 3. Durante milênios usaram a água tal qual recolhida na fonte. Desde o último século passaram a acreditar que essa água tem de ser tratada antes de ser enviada e que as pessoas só devem usar essa água tratada. Cobram alto preço por ela. Mas também passaram a acreditar que é preciso comprar um filtro na ponta da torneira.
Então fica uma gozada contradição: Na empresa de tratamento dágua se diz, e estão colados nas paredes cartazes explicando, que a água processada ali é da melhor qualidade imaginável. Na imprensa também se propagandeia isso. Mas depois, noutra hora, noutro assunto, a imprensa propagandeia que é imprescindível ter o filtro em casa porque não se deve tomar água da torneira sem ser filtrada!
Um vendedor de filtro disse a mim que se uso água de poço necessito um filtro, pois nunca se sabe se o poço está limpo mesmo. E deixou um folheto explicativo onde li uma ressalva:
Atenção
Estes purificadores não foram concebidos pra uso onde a água é bacteriologicamente insegura ou de qualidade desconhecida. A água deve ser potável. Ou seja: Tratada por concessionária de fornecimento dágua, conforme portaria 2914 do ministério da saúde.
Igual ao serviço que fornece energia elétrica e de internete, o que fornece água lucra sem investir. Já viste um produtor pedir pra comprarem pouco de seu produto? Pois usam todas as manhas pra convencer o povo a economizar e então aumentam a tarifa, lucrando igual, sem investir em expansão. Pois um vizinho contou que depois de tanto economizar, um funcionário bateu à porta e reclamou que naquela casa o consumo estava baixo demais.
Meu gato ficou me olhando com cara de pedinte. Eu disse:
— Seu gato, não sabes a sorte que tens. Não imaginas a maluquice que é ser gente.
Prossigo minha infrutífera e desesperançada missão de busca a inteligência no planeta 3.

Coleção de cartão-postal de Joanco

 



domingo, 20 de novembro de 2016

Repositório de notícias portucalenses
Fotografado
Faltam as páginas 25 a 44
Interessante jornal da cidade do Porto, com notícia, curiosidade, anedota e relato folclórico
Mais uma pérola encontrada pelo autêntico (Talvez o último dos autênticos) sebeiro carioca Otávio Marcelino, livrariaesquinadacultura@gmail.com, que não fica esperando morrer um bibliófilo e a viúva vender tudo, mas garimpa nos becos do Rio, onde descobre cada raridade da arca-da-velha!
Nas páginas 245 e 247 a explicação: O quê é tripeiro
Nas páginas 193 a 195 a lenda de santa Vilgeforte, a santa barbada.
Me fez lembrar o contado por Mayoneso, no quinto encontro do blogue dos aficionados da revista Mampato, http://generacionmampato.blogspot.com.br/, sobre a mudança de sexo duma estátua em Santiago do Chile:
 […]
Já meio tontos pelo calor do meio-dia fomos, sem muito entusiasmo, ao teatro municipal, aonde, evidentemente, não pudemos entrar [Era sábado]. De fora apreciando a majestade, simplesmente o guia se deu por vencido e não quis continuar respondendo pergunta de Mirolo e a ninguém mais. Não que respondera a muitas, na verdade, mas ao menos continuava sendo o guia oficial até então. De fato, sua última contribuição cultural foi uma truculenta história sobre a mudança de sexo duma menininha que faz parte duma escultura doada ao centenário do Chile e que fica diante do municipal. Omitirei os detalhes pra não ruborizar o respeitável público mampatino, mas podeis escrever a Nelson, para contar a descabelada história.
Outro achado de Otávio foi o mais recente príncipe valente em grandissíssimo formato postado aqui recentemente

Coleção de cartão-postal de Joanco

 
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016


À coleção Adeene neles!

E o vento levou...     -     Escrava Isaura

Jonathan Harris (Perdidos no espaço) - Bela Lugosi em O corvo (The raven)

           Sandro Dossi    -  Gianfrancesco Guarnieri

Coleção de cartão-postal de Joanco